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Bolsas da Europa fecham em queda com cautela pós-shutdown nos EUA e dados fracos na China

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As bolsas da Europa fecharam em queda nesta sexta-feira, 14, e estenderam as perdas da sessão anterior, seguindo preocupações com a incertezas sobre a divulgação atrasada de dados econômicos dos EUA, após o fim da paralisação do governo Trump. A divulgação de dados chineses aquém do esperado também pesou.

Em Londres, o FTSE 100 caiu 1,11%, a 9.698,37 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 0,64%, a 23.887,07 pontos. Em Paris, o CAC 40 teve baixa de 0,76%, a 8.170,09 pontos. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 1,70%, a 43.994,69 pontos. Em Madri, o Ibex 35 perdeu 1,49%, a 16.335,56 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,78%, a 8.250,30 pontos. As cotações são preliminares.

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Além do cenário dos EUA, contribuem para aversão a risco na Europa os últimos indicadores da China, que decepcionaram os investidores, apesar da economia da zona do euro ter mostrando resistência diante de ventos contrários, segundo a Oxford Economics. A consultoria destaca que o resultado do PIB do terceiro trimestre mostra sinais claros de resiliência, mesmo após um ano marcado por choques múltiplos.

O índice pan-europeu Stoxx 600 recuou 1,73%. Entre os destaques, a mineradora britânica BHP teve baixa (-1,87%) em Londres após a Alta Corte do Reino Unido considerar que a companhia foi responsável pelo rompimento da barragem da Samarco em 2015 em Mariana (MG).

Entre farmacêuticas, a alemã Merck cedeu 2,82%, com informações de que a empresa está prestes a concluir a aquisição da Cidara Therapeutics, uma farmacêutica pioneira no desenvolvimento de um medicamento que protege contra a gripe, por US$ 9,2 bilhões. Bayer (-5,23%), em Frankfurt, e a dinamarquesa Novo Nordisk (-2,39%) também apresentaram baixa no pregão.

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Na ponta positiva, a Richemont, proprietária de marcas de luxo como a Cartier, registrou aceleração no crescimento das vendas, impulsionada pela divisão de joias e pela expectativa de recuperação do setor de luxo. A ação saltou 4,77% em Zurique.

Na semana, o FTSE 100 subiu 0,16%, o DAX avançou, 1,40% e o CAC 40 teve alta de 2,76%. Em Milão, o FTSE MIB ganhou 2,51%. Em Madri, o Ibex 35 subiu 2,82% e em Lisboa o PSI 20 avançou 0,77%.

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