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Bolsas da Europa fecham em queda após impasse EUA-Irã e com ameaça iminente em Ormuz

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As bolsas europeias fecharam em baixa nesta segunda-feira, 13, com o petróleo voltando a ser cotado na faixa dos US$ 100 o barril após os Estados Unidos e o Irã não chegarem a um consenso nas negociações do fim de semana. As Forças Armadas norte-americanas se preparam para bloquear o Estreito de Ormuz e portos iranianos, segundo o presidente dos EUA, Donald Trump.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,17%, a 10.582,96 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,23%, a 23.749,49 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,29%, a 8.235,98 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,17%, a 47.527,16 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,99%, a 18.023,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,04%, a 9.359,51 pontos. As cotações são preliminares.

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Nos destaques, o subíndice de turismo e lazer do Stoxx 600 teve queda de 0,9%, enquanto o de tecnologia cedeu 1,1%. Por outro lado, o do setor de energia avançou 0,8%, em linha com o salto do petróleo depois do impasse entre Washington e Teerã.

As ações de companhias aéreas como Wizz Air (-5,44%) e a EasyJet (-2,36%) - que foram alvo de rebaixamentos de classificação pela Bernstein antes da abertura do mercado - amargaram forte queda. A Lufthansa cedeu 2,24%, a Air France-KLM perdeu 4,15% e a International Consolidated Airlines Group, proprietária da British Airways e Iberia, caiu 1,44%.

As perspectivas para a indústria aérea europeia são extremamente voláteis, mas o impacto da guerra não será sentido nos resultados do primeiro trimestre, diz o Barclays. Isso ocorre, segundo o banco, porque as companhias aéreas tiveram uma cobertura de combustível alta em março, enquanto janeiro e fevereiro não foram afetados pelo conflito.

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No cenário político, a Alemanha anunciou a redução temporária do imposto sobre energia para diesel e gasolina por dois meses, em meio à alta dos preços dos combustíveis. Já o dirigente do Banco Central Europeu (BCE) Boris Vujcic afirmou que os custos de energia permanecem próximos do cenário base da instituição, apesar da recente alta.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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