Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Bolsas da Europa fecham em forte baixa, seguindo tarifas de Trump e payroll nos EUA

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas da Europa fecharam em fortes baixas nesta sexta-feira, 1º, seguindo a postura tarifária anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a divulgação de indicadores norte-americanos, especialmente o payroll, que mostrou uma criação de empregos no país bem abaixo do esperado.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 1,89%, a 535,79 pontos. Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,70%, a 9.068,58 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 2,66%, a 23.425,97 pontos. Em Paris, o CAC 40 cedeu 2,91%, a 7.546,16 pontos. As cotações são preliminares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O decreto de Trump estabelece tarifas "recíprocas" de 10% a 41% a 69 parceiros comerciais. As alíquotas entram em vigor no próximo dia 7, e não mais nesta sexta, como era a previsão inicial.

Trump também enviou cartas a 17 CEOs de grandes farmacêuticas exigindo a adoção de medidas até setembro para reduzir os preços de medicamentos nos EUA, sob pena de intervenção do governo. A Novo Nordisk caiu 1,81% em Copenhague e a AstraZeneca recuou 1,94% em Londres.

No noticiário macroeconômico, a taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) da zona do euro ficou inalterada em julho ante o mês anterior, em 2%, mantendo-se em linha com a meta oficial do Banco Central Europeu (BCE), mas superando o consenso de analistas (1,9%). Também foi confirmado que o PIM industrial do bloco que utiliza o euro subiu para 49,8 no mês passado, número que sugere atividade manufatureira praticamente estagnada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A economia norte-americana criou 73 mil empregos no mês passado, aquém da projeção de 101 mil. A desaceleração do mercado de trabalho em julho deve reforçar o argumento dos dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americana) que defendem cortes iminentes nos juros, segundo a Capital Economics.

A consultoria afirma que o número "fraco" de criação de empregos e as revisões negativas do payroll para os meses anteriores "fortalecem o argumento para os membros do Comitê que pedem cortes de juros em breve".

Em Londres, International Consolidated Airlines (IAG) caiu 1,66%, apesar de relatar um aumento de 35,4% no lucro operacional antes de itens excepcionais, para ? 1,68 bilhão, superando as expectativas dos analistas em 16%, já que o conglomerado de companhias aéreas se beneficiou da forte demanda por viagens, custos favoráveis de combustível e ventos favoráveis da moeda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em Milão, o FTSE MIB caiu 2,55%, a 39.942,82 pontos. Em Madri, o Ibex35 recuou 1,88%, a 14.126,70 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 cedeu 1,10%, a 7.626,71 pontos.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV