Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Bolsas da Europa fecham em baixa, devolvendo parte dos ganhos após recordes recentes

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas da Europa fecharam na maioria em baixa nesta quinta-feira, 16, após a renovação de recordes de alguns dos principais índices. O dia contou com poucos novos catalisadores capazes de impulsionar as ações, enquanto alguns balanços e falas de dirigentes do Banco Central Europeu (BCE) foram destaque.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,24%, a 523,43 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, reafirmou a intenção de cortar juros em junho, mas disse que as decisões em diante ainda estão em aberto, dadas as incertezas acentuadas. "Temos sido muito transparentes sobre o primeiro corte em junho, mas simultaneamente estamos muito transparente sobre as decisões seguintes, em que precisaremos olhar a evolução dos dados", comentou.

O dirigente François Villeroy de Galhau afirmou que é muito provável que o banco comece a cortar as taxas de juros na sua reunião de 6 de junho.

Já o integrante do conselho do BCE Martins Kazaks afirmou que banco provavelmente vai cortar as taxas de juros em junho, mas não tem pressa em flexibilizar a política monetária, portanto as medidas subsequentes podem ser espaçadas para dar tempo para avaliação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o dirigente Mário Centeno, a inflação na zona do euro está em queda sustentada em direção a 2% e as taxas de juros certamente começarão a diminuir, mas ele preferiu não dizer se isso acontecerá na próxima reunião em junho.

O Nordea continua pensando que um corte de 25 pontos base nas taxas em junho será seguido por movimentos trimestrais de 25 pontos base ao longo do resto do ano, o que significaria três cortes nas taxas este ano e quatro no próximo. "Não pensamos que um Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americana) inalterado nas taxas impediria uma série de cortes nas taxas do BCE, a menos que víssemos movimentos drásticos nos mercados cambiais", avalia.

Entre ações individuais, a da Siemens tombou 6,77% em Frankfurt, após o grupo de engenharia alemão divulgar quedas no lucro e receita do trimestre até março. Na cidade, o DAX caiu 0,76%, a 18725,71 pontos. Já a BT disparou 16,70% em Londres, em dia marcado pela notícia de que a provedora de banda larga irá realizar mais 3 bilhões de libras em corte de gastos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, o "FTSE 100 foi arrastado para baixo pela fraqueza da Shell (-1,41%) e da BP (-1,50%)", afirmou a AJ Bell. O índice caiu 0,08%, a 8.438,65 pontos. Em Paris, o CAC 40 caiu 0,63%, 8.188,49 pontos. Em Madri, o Ibex 35 recuou 0,61%, 11.293,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,72%, 6.920,62 pontos.

A exceção foi Milão, onde o FTSE MIB subiu 0,12%, a 35.410,13 pontos, com bom desempenho dos bancos.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV