Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Bolsas da Europa fecham em alta e Milão sobe ao maior nível desde 2000, com encontro Trump-Xi

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas da Europa fecharam em alta nesta quinta-feira, 14, estendendo os ganhos da última sessão e aproximando vários índices de máximas históricas, enquanto investidores ponderam encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e seu homólogo da China, Xi Jinping. O mercado também pondera os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, bem como a crise política no Reino Unido.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,36%, a 10.362,80 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,31%, a 24.452,62 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,93%, a 8.082,27 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,15%, a 50.050,27 pontos, após subir acima de 50 mil pontos pela primeira vez desde os anos 2000 e fechando no maior nível desde essa data. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,86%, a 17.806,00 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,57%, a 9.124,26 pontos. As cotações são preliminares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo comunicados de ambos os governos, Xi e Trump concordaram em construir um relacionamento com estabilidade estratégica e amenizaram tensões nos campos comercial e geopolítico. A cooperação inclui avanços no setor de inteligência artificial (IA) e, segundo o presidente americano, Pequim quer ajudar no Estreito de Ormuz, deixando o mercado acionário em tom otimista.

No entanto, incertezas permanecem depois de Israel reiterar que está pronto para agir contra o país persa, ao mesmo tempo em que a coalizão governista pressiona por novas eleições. O impasse deixava o setor de defesa em divergência: a alemã Rheinmetall subiu 2%, enquanto a britânica Rolls-Royce caiu 0,3%.

As consequências econômicas do conflito seguiam em destaque para banqueiros centrais, e o presidente do BC da Letônia, Martins Kazaks, alertou que é provável que a inflação permaneça elevada durante "algum tempo", mesmo que a guerra seja resolvida rapidamente, o que implica na trajetória de juros do Banco Central Europeu (BCE).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre outros destaques corporativos, a Burberry recuou 6%, reagindo ao balanço, mas não limitou os ganhos do setor de luxo, que subiu quase 1%.

Paralelamente, no noticiário europeu, as atenções seguiam na crise política britânica diante da renovada onda de pressão sobre o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, depois de o ministro de Saúde, Wes Streeting, que pode tentar destituir o premiê, anunciar a saída do governo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV