Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Bolsas da Europa caem após nº 2 do BCE afirmar que ainda é cedo para discutir cortes de juros

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas da Europa exibem queda moderada na manhã desta quinta-feira, 21, depois que o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, engrossou o coro de dirigentes de BCs que buscam esfriar o otimismo de investidores por relaxamento monetário agressivo nas economias desenvolvidas. Por volta das 6h30 (de Brasília), o índice Stoxx 600, que reúne as principais ações da região, recuava 0,35%, aos 476,27 pontos. Em entrevista ao jornal espanhol

20 minutos

, Guindos admitiu que os dados mais recentes vieram "farováveis" ao objetivo de estabilizar a inflação na meta de 2%, mas avisou que ainda é "muito cedo" para discutir cortes de juros. O comentário é o mais recente em uma crescente lista de dirigentes que reagem à precificação do mercado não só no continente europeu, mas também nos Estados Unidos. Ontem, o presidente da distrital do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na Filadélfia, Patrick Harker, reiterou o compromisso em manter a taxa básica restritiva por um período prolongado. Ainda assim, investidores insistem em projetar um acentuado afrouxamento em 2024, o que contribuiu para a recente retração dos rendimentos de títulos soberanos. Hoje, os retornos dos bônus europeus estendem o movimento de queda, após a União Europeia fechar acordo fiscal para tentar conter a dívida pública e o déficit. As normas são mais lenientes do que defendiam os países mais conservadores do ponto de vista das contas públicas. Para o Danske Bank, a tendência é de que a reforma se traduza em uma postura mais apertada da política fiscal. "Entre os países maiores, isto afetará especialmente os planos de despesas em França, Itália e Bélgica", prevê. No Reino Unido, o governo informou hoje que o déficit fiscal cresceu mais que o esperado em novembro, em um desdobramento que pode limitar os planos do primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, de adotar cortes de impostos antes das eleições gerais do ano que vem. No mercado francês, a ação da Casino recuava 2,21%, depois que o consórcio que lidera a reestruturação financeira da empresa reduziu a previsão para o Ebitda da companhia. A varejista francesa convocou para janeiro uma assembleia que votará os termos da reorganização da dívida. Neste cenário, a Bolsa de Paris perdia 0,24%, enquanto Londres cedia 0,12% e Frankfurt baixava 0,32%. Os negócios em Milão caíam 0,18%, mas Lisboa aparecia em estabilidade. No câmbio, o euro caía a US$ 1,0942 e a libra, a US$ 1,2630. O índice DXY, que mede o dólar ante seis rivais fortes, caía 0,05%, a 102,359 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV