Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Bolsa fecha em baixa de 1,44%, a 125.094,88 pontos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Com o dólar de volta a R$ 5,21 na máxima desta terça-feira, 6, após interlúdio que o havia levado aos R$ 4,89 no melhor momento recente, o Ibovespa cedeu hoje 1,44%, a 125.094,88 pontos, entre mínima de 124.866,38 e máxima de 126.919,36 pontos, da abertura, com giro financeiro a R$ 30,1 bilhões. Na semana, o índice cai 1,98%, elevando as perdas neste começo de mês a 1,35% - no ano, limita o ganho a 5,11%. Em Wall Street, após o feriado pelo 4 de julho, as perdas foram limitadas a 0,60% no encerramento (Dow Jones), com os três índices de ações americanos vindo da renovação de recordes no fechamento da semana passada - hoje, o Nasdaq voltou a fechar em alta, de 0,17%, em nova marca histórica.

Nesta terça-feira, a combinação de extensão de auxílio emergencial, queda de popularidade presidencial, aproximação de campanha eleitoral polarizada e as investigações sobre compra de vacinas ainda azedaram o humor do investidor, que vinha em recuperação, amparado na retomada de fluxo estrangeiro e na melhora de dados econômicos domésticos. Assim, enquanto parte de NY realizou lucros moderadamente, o Ibovespa atingiu o menor nível de fechamento desde 27 de maio (124.366,57 pontos), com perdas bem distribuídas por empresas e setores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Bradespar (+1,42%), Vale ON (+0,53%) e Energisa (+0,09%) foram as três exceções positivas na carteira Ibovespa, com Petrobras PN e ON em queda respectivamente de 4,09% e 3,74%, ambas nas mínimas do dia no fechamento, e perdas generalizadas em outros segmentos de peso, como bancos (Bradesco ON -1,55%, BB ON -1,50%, Santander -1,70%) e siderurgia (CSN ON -2,13%). Na ponta negativa do Ibovespa, PetroRio (-5,82%), Azul (-4,17%) e Petrobras PN (-4,09%).

"Mais um dia de mercado fraco em volume, aquela sensação de desaceleração, sem gringo, já de férias, e que vinha comprando papéis da cesta Ibovespa. O local está mais reticente, colocando um pouco no bolso após boa andada. Lá fora, está fraco também e aqui, muitos ruídos, políticos e de reforma tributária, o que deixa o mercado mais pesado, com venda líquida", diz Cesar Mikail, gestor de renda variável da Western Asset.

"Mercados seguem com os temores, os barulhos da CPI e da política, que têm interferido no curto prazo, fazendo com que se tenha uma realização mais forte. Junto a isso, tem um pouco do impasse do petróleo (na Opep+), sem uma solução sobre a recomposição da oferta da commodity, e também a expectativa para a ata do Fed, amanhã, em que o mercado vai tentar fazer a leitura sobre quando (o BC dos EUA) voltará a subir juros", diz Rodrigo Moliterno, head de renda variável da Veedha Investimentos, destacando que, na "base estrutural", nada mudou com relação aos fundamentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV