Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

BoE prevê pico de CPI em alta de 10,9% neste ano, quando antes projetava 13,1%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) projeta que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido exiba crescimento de 0,2% no quarto trimestre, acima da alta de 0,1% projetada por ele em agosto. A instituição publica nesta quinta-feira (3) projeções atualizadas da economia, junto com sua decisão de política monetária. Em todo o ano de 2023, ele espera contração de 1,5%, o mesmo resultado da previsão de agosto.

No terceiro trimestre do ano atual, o BC acredita que a economia do país tenha sofrido contração de 0,5%. Caso a trajetória prevista pelo mercado se cumpra, a recessão do Reino Unido duraria oito trimestres, segundo ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Já o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Reino Unido deve crescer 10,9% no quarto trimestre do ano atual. Na projeção de agosto, a expectativa era de alta de 13,1%. Já no quarto trimestre de 2025 a inflação deve estar abaixo da meta do BoE, caso a taxa de juros seja mantida em 3,00%, mostram as projeções.

A taxa de desemprego no quarto trimestre de 2022 deve estar em 3,7% no Reino Unido, projeta o BoE, mantendo a expectativa de agosto. No quarto trimestre de 2025, a taxa de desemprego no país deve avançar a 6,5%, acredita o BC.

O BoE diz ainda ver a taxa básica de juros avançando menos do que o hoje projetado pelos mercados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com informações da Dow Jones NewswiresP

Políticas fiscais

As políticas fiscais da ex-primeira-ministra do Reino Unido Liz Truss, que renunciou após enfrentar forte rejeição a seus planos, provocaram um "questionamento" sobre a estabilidade política do país, e isso terá um "impacto prolongado", de acordo com o presidente do BoE, Andrew Bailey.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em coletiva de imprensa após a decisão monetária de hoje, Bailey lembrou que houve alta volatilidade nos mercados britânicos recentemente, em um momento que a economia enfrenta o choque que mais afeta a renda da população desde a década de 1970, segundo ele.

Apesar disso, Bailey reforçou a necessidade por elevar os juros para controlar a inflação. Não fazer isso "pioraria o problema", alertou. Entre as políticas fiscais em vigor, o alívio do custo de energia aos britânicos deve pressionar a inflação e sustentar o consumo, disse o dirigente.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV