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BNDES e Petrobras firmam parceria sobre minerais críticos e estratégicos

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, assinaram nesta segunda-feira, 22, um protocolo de intenções para uma iniciativa de pesquisa, desenvolvimento e inovação ligada a minerais críticos e estratégicos. O acordo entre o BNDES e a Petrobras prevê troca de informações e análises sobre lacunas produtivas e tecnológicas relacionadas a projetos nas cadeias desses minerais, com menções à transição energética e à descarbonização.

"Nós estamos assinando um acordo junto com o Cenpes (Petrobras), e nós queremos também estender isso depois de uma parceria com a Vale, para estudar minerais críticos", disse Mercadante.

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Segundo ele, a iniciativa mira a geração de valor no Brasil a partir dessas cadeias. Mercadante citou números sobre a posição do País em produção e reservas.

O Brasil é a terceira maior produção mundial de alumina (um tipo de mineral crítico), possui a quarta maior reserva de estanho, a segunda maior reserva de grafite natural, está entre os cinco maiores produtores de lítio do planeta, além de deter a quarta maior reserva de manganês e a terceira maior reserva de níquel.

O evento também marcou o anúncio dos resultados do primeiro leilão do ProFloresta+, iniciativa conjunta do BNDES e da Petrobras voltada à compra de créditos de carbono de alta integridade gerados a partir da restauração ecológica de áreas degradadas na Amazônia.

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Foram selecionadas três empresas para fornecer cinco milhões de créditos de carbono originados de projetos de restauração com espécies nativas no bioma amazônico.

A iniciativa deverá mobilizar cerca de R$ 450 milhões em investimentos, apenas em plantio, gerar 6,3 mil empregos verdes, viabilizar o plantio de mais de 25 milhões de árvores nativas e capturar 5 milhões de toneladas de carbono.

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