Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

BCE/Lagarde: taxa de depósitos deverá sair do campo negativo até fim de setembro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, previu que a instituição provavelmente tirará sua taxa de depósitos do terreno negativo até o fim de setembro e poderá elevá-la mais se a inflação se estabilizar em 2% no médio prazo. "Baseados na atual perspectiva, nós provavelmente estaremos numa posição de sair de taxas de juros negativas até o fim do terceiro trimestre", disse Lagarde em texto publicado no blog do BCE, nesta segunda-feira, 23.

Atualmente, a taxa de juros para depósitos do BCE está em -0,50%, o que significa que bancos têm de pagar para deixar recursos estacionados na autoridade monetária. A previsão de Lagarde vem num momento em que a zona do euro lida com inflação recorde, em meio aos impactos da guerra na Ucrânia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

No texto, Lagarde também abre o caminho para mais aumentos de juros em direção à chamada taxa neutra. "Se virmos a inflação se estabilizando em 2% no médio prazo, uma progressiva normalização adicional das taxas de juros no sentido da taxa neutra será apropriada", afirmou.

Lagarde disse ainda que o programa de compras de ativos do BCE, conhecido como APP, provavelmente terminará "bem no começo" do terceiro trimestre, permitindo à instituição começar a elevar juros na reunião de política monetária de julho. Até então, a chefe do BCE não havia sido tão explícita sobre a possível data do primeiro aumento de juros do BCE.

Lagarde alertou, porém, que o ritmo e tamanho das altas de juros não podem ser determinados com antecedência porque a economia enfrenta choques de oferta, oriundos de restrições motivadas pela pandemia de covid-19 na China e problemas relacionados à guerra na Ucrânia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV