Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

BC: Projeção de IPCA 12M até o fim do 3º trimestre de 2026 cai de 4,0% para 3,9%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Comitê de Política Monetária (Copom) diminuiu a sua projeção para a inflação acumulada em 12 meses até o fim do terceiro trimestre de 2026, horizonte relevante da política monetária. A estimativa caiu de 4,0% para 3,9% no cenário de referência, distanciando-se do teto da meta, de 4,50%.

É a primeira redução na projeção do Banco Central para o IPCA no horizonte relevante desde que a métrica começou a ser divulgada, em julho de 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Apesar da redução, a estimativa ainda indica que a trajetória da taxa Selic embutida no relatório Focus - com alta dos juros a 15% no fim do ciclo, em junho, e sem cortes ao longo de 2025 - seria insuficiente para fazer a inflação convergir ao centro da meta, de 3%, no período de seis trimestres observado pelo Banco Central (BC).

Nesta quarta-feira, o Copom aumentou a Selic em 1 ponto porcentual, de 13,25% para 14,25%, seguindo o forward guidance criado em dezembro e repetido na última reunião, de janeiro. A decisão era esperada por todas as instituições ouvidas pelo Projeções Broadcast e por todos os participantes do Focus.

"O cenário mais recente é marcado por desancoragem adicional das expectativas de inflação, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, o que exige uma política monetária mais contracionista", destaca o comunicado do Copom divulgado há pouco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde a última reunião, de janeiro, a cotação do dólar usada pelo comitê nas suas projeções caiu de R$ 6,0 para R$ 5,80. As medianas do Focus para o IPCA de 2025 e 2026 subiram de 5,50% para 5,66% e de 4,22% para 4,48%, respectivamente, mas diminuíram o ritmo de alta.

A projeção do Copom para o IPCA acumulado em 2025 passou de 5,2% para 5,1%.

Todas as estimativas levam em conta a evolução da taxa de câmbio conforme a paridade do poder de compra (PPC), a trajetória de Selic embutida no relatório Focus e o preço do petróleo seguindo a curva futura por aproximadamente seis meses, passando a aumentar 2% ao ano posteriormente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também nesse cenário de referência, o Copom ajustou as suas projeções para a inflação de preços livres em 2025 (5,2% para 5,4%) e manteve a projeção para o terceiro trimestre de 2026 (3,8%). A projeção para os preços administrados passou de 5,2% para 4,3% este ano e de 4,6% para 4,2% no horizonte relevante.

Juros reais

Apesar da alta de 1 ponto na Selic, o Brasil caiu da segunda para a quarta posição no ranking dos maiores juros reais elaborado pelo site MoneYou, com 8,79%. O País fica atrás da Turquia (11,90%), Argentina (9,35%) e Rússia (8,91%), e à frente de Indonésia (6,48%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BC calcula que a taxa real neutra de juros do Brasil - que não estimula, nem deprime a economia - é de 5,0%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV