Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

BC: alta do déficit em c/c reflete recuperação da atividade, afirma Rocha

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, disse nesta quarta-feira, 21, que o aumento do déficit em transações correntes acumulado em 12 meses no País reflete a dinâmica de reabertura da economia e recuperação da atividade. Ele concedeu entrevista coletiva para comentar os resultados do setor externo de novembro, divulgados hoje pela autarquia.

De janeiro a novembro, as transações correntes acumulam déficit de US$ 44,616 bilhões, maior do que os US$ 38,6 bilhões contabilizados no mesmo período de 2021, mas inferior ao nível acumulado em 2019 no período (US$ 62,3 bilhões). "Já temos o maior déficit em transações correntes desde o período pré-pandemia, o que mostra os efeitos da reabertura e da recuperação da atividade", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Apesar do aumento nominal do déficit, Rocha notou que o rombo tem diminuído como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) e atingiu 2,78% em novembro, o menor nível desde abril.

"Temos uma situação nas transações correntes em que o déficit vem aumentando, é um sinal de que a economia tem crescido, e parte desse crescimento da demanda é absorvida pela importação de bens e serviços e pelo envio de renda ao exterior. Mas podemos ver que o PIB cresceu mais e, portanto, o déficit em transações correntes como porcentual do PIB se reduziu no período", disse.

Receita de empresas

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os lucros de empresas que têm donos brasileiros, mas operam no exterior, atingiu o maior nível da série histórica no acumulado de 2022, disse Fernando Rocha. Esse movimento ajuda a explicar o menor déficit na conta de lucros e dividendos de novembro, de US$ 2,310 bilhões, ante US$ 2,904 bilhões no mesmo mês de 2021.

Na coletiva para comentar os dados do setor externo, Rocha destacou também a interrupção da trajetória de aumento dos déficits em renda primária. Em novembro, a rubrica teve saldo negativo de US$ 2,955 bilhões, menor do que o déficit de US$ 3,619 bilhões contabilizado em igual mês de 2021.

O especialista acrescentou que os Investimentos Diretos no País (IDP) atingiram um nível elevado em novembro, de US$ 8,338 bilhões, mas também bem distribuído entre os seus componentes. O maior crescimento da economia brasileira, afirmou, explica o desempenho da rubrica em 2022. No acumulado do ano, o IDP soma US$ 82,291 bilhões, ante US$ 51,618 bilhões no mesmo período do ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV