Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Bancos seguem concentrando maior parte das dívidas de inadimplentes em outubro, aponta CNDL/SPC

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O setor bancário continuou concentrando a maior parte das dívidas dos brasileiros em outubro de 2024, 64,93% do total de débitos. Em seguida, estão Comércio (10,51%), Água e Luz (10,38%) e Outros (8,22%). Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Conforme as entidades, o único aumento da evolução das dívidas por setor credor foi observado nos Bancos (4,16%). Água e Luz, Comércio e Comunicação apresentaram quedas de 6,77%, 5,90% e 5,46% respectivamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O presidente da CNDL, José César da Costa, avalia que "com o aumento da taxa Selic e a previsão de novas altas nos juros, o custo do crédito deve ficar pior para financiamentos e empréstimos, afetando ainda mais os consumidores endividados, principalmente aqueles com dívidas bancárias".

No que se refere à soma de todas as dívidas, cada consumidor negativado devia, em média, R$ 4.425,73, distribuídos entre 2,12 empresas credoras no período. Além disso, cerca de três em cada dez consumidores (30,93%) tinham dívidas no valor de até R$ 500 e, enquanto 44,74% dos inadimplentes possuíam débitos até R$ 1.000.

Sobre as regiões do País, o Centro-Oeste é onde foi registrado o maior número de inadimplentes no período (44,54%). Por outro lado, no Sul, houve a menor proporção de negativados (36,66%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Centro-Oeste também teve a maior alta anual no número de dívidas em outubro deste ano: 6,44%. Na sequencia, estão Nordeste (2,46%), Sudeste (1,19%) e Norte (0,25%). No Sul, entretanto, houve queda de 1,68%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV