Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Balança comercial brasileira tem saldo positivo de US$ 4 bilhões em setembro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 3,993 bilhões em setembro. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia. O superávit - quando as exportações superam as importações - em setembro ficou 9,3% menor do que o registrado no mesmo mês de 2021, quando alcançou US$ 4,400 bilhões.

As exportações somaram US$ 28,950 bilhões em setembro, uma alta de 18,8%. Já as importações chegaram a US$ 24,956 bilhões em setembro, um avanço de 24,9%. No ano, a balança comercial acumula superávit de US$ 47,868 bilhões. O valor é 15,6% menor do que o mesmo período do ano passado. Houve um aumento de 18,4% nas exportações e de 30,6% nas importações do período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Saldo em 2022

O Ministério da Economia reduziu a previsão do saldo da balança comercial brasileira em 2022 de US$ 81,5 bilhões para US$ 55,4 bilhões. O resultado representará uma queda de 9,7% em relação ao do ano passado. Na última projeção, feita no trimestre anterior, a expectativa era de uma alta de 32,7% no saldo. De acordo com previsão divulgada pela Secretaria de Comércio Exterior, a expectativa para as exportações passou de US$ 349,4 bilhões para US$ 330,3 bilhões, alta de 17,6% em relação a 2021. Já para as importações neste ano, a projeção foi de US$ 268 bilhões para US$ 274,9 bilhões, um aumento de 25,3%.

"Temos observado crescimento das importações em 2022 acima do esperado, com aceleração dos preços mais resiliente. Já os bens exportados têm tido desaceleração de preços dos produtos desde julho", afirmou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o subsecretário, o crescimento nas importações é concentrado em combustíveis, adubos e fertilizantes. "O Brasil precisa desses bens, que estão com os preços estão aquecidos no mercado mundial", completou. Já na exportação, o principal efeito é do recuo do preço do minério de ferro, que acumula queda de 33,7% neste ano.

Se a queda projetada pela Economia se confirmar, será o primeiro recuo anual no saldo desde 2019, quando o resultado foi 25% menor do que no ano anterior e alcançou US$ 2018.

Minério de ferro

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As exportações de minério de ferro registraram um recuo de 32% em setembro, decorrente do preço menor do produto no mercado mundial, que recuou 37,5% no mês passado, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.Por conta disso, as exportações para a China recuaram 5,5% no mês - o minério de ferro é o principal produto exportado pelo Brasil para o País asiático. Já nas importações, Brandão destacou o aumento nas compras de combustíveis no mês, também resultado do "efeito preço". Houve alta de 53,3% no preço do óleo combustível de petróleo importados em setembro e de 33,1% no do óleo bruto.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV