Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Atividade econômica no Sul sobe 2,8% no 2º tri, diz BC; no Sudeste, cai 0,1%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Banco Central divulgou nesta sexta-feira, 2, o Boletim Regional com dados sobre a evolução da atividade econômica em cada região do País no segundo trimestre de 2022, em comparação com os primeiros três meses deste ano. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que mede o desempenho em todo o Brasil, subiu 0,57% no segundo trimestre frente aos três meses anteriores, com ajuste sazonal. Já o Produto Interno Bruto (PIB) teve expansão de 1,2%.

Os dados mostram que o maior crescimento regional no segundo trimestre foi registrado no Sul do País, com alta no Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) de 2,8%, quase revertendo o resultado negativo (-2,9%), prejudicado pela quebra da produção de soja. Em 12 meses, a elevação é mais modesta, de 1,0%. No Centro-Oeste, o avanço no trimestre foi de 2,0% e, em 12 meses, de 4,6%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A expansão econômica também foi registrada no Norte do País entre abril e junho, com variação de 1,5%. Nos 12 meses encerrados no fim de junho, o aumento é de 1,7%. No Nordeste, a alta do IBCR no segundo trimestre foi de 1,0% e o acumulado em 12 meses é positivo em 3,5%. Já o Sudeste registrou queda marginal no trimestre, de 0,1%, após alta de 1,6% no primeiro, mas em 12 meses tem avanço de 2,6%.

No boletim, o BC destaca que a atividade econômica continuou apresentando desempenho positivo no segundo trimestre, principalmente a indústria e o setor de serviços. No caso da produção industrial, o crescimento ocorreu após uma sequência de três resultados negativos, mas o BC pondera que a atividade ainda está aquém do período pré-pandemia. Já o nível do setor de serviços, em retomada desde o terceiro trimestre de 2020, está acima do pré-covid, com a exceção do segmento de serviços às famílias.

"Nesse ambiente de atividade econômica mais robusta, o mercado de trabalho exibe retomada mais forte do que a esperada. Tanto os indicadores referentes à contratação de emprego formal quanto as taxas de ocupação e desocupação sugerem normalização rápida dos setores intensivos em trabalho após a pandemia", completou a autarquia no documento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Regiões

Além de ter acontecido sobre a base fraca do primeiro trimestre, o crescimento do IBCR registrado no Sul do País reflete o final da apropriação das safras de verão, a retomada mais intensa no comércio, na construção e em serviços, sobretudo às famílias, e a discreta alta da indústria.

No Centro-Oeste, a aceleração do crescimento no segundo trimestre, frente ao avanço de 1,1% de janeiro a março, contou com a contribuição do comércio, da agricultura, da construção civil e dos serviços às famílias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Norte, o BC destacou a expansão de 1,9% no Pará, impulsionada pela construção e serviços às empresas, e de 1,7% no Amazonas, puxado por serviços às famílias e alojamento e alimentação.

A continuidade da retomada do setor de serviços e o desempenho favorável da agropecuária e da construção civil foram destaques do crescimento no Nordeste do País no segundo trimestre. A autarquia ainda ressaltou o desempenho da indústria de transformação, que acumula três trimestres seguidos de alta, impactada pelo setor de derivados de petróleo. "A ocupação segue em elevação no mercado de trabalho formal e informal, mas a recuperação dos rendimentos tem sido mais lenta que a média nacional", ponderou o BC.

Por outro lado, a perda de ritmo no Sudeste refletiu o arrefecimento da expansão do comércio e o recuo dos serviços financeiros. Segundo o BC, o resultado negativo teve contribuição significativa do desempenho de São Paulo (-0,5%), enquanto os demais Estados mostraram avanço, com destaque para Minas Gerais (1,5%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV