Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Até o fim de 2023, governo terá avaliação de riscos de precatórios, afirma Tebet

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, disse nesta segunda-feira, 4, que o governo fará até o final deste ano uma avaliação do risco fiscal representado pelos montantes a serem pagos em precatórios e decisões tributárias e previdenciárias. Esse é um dos objetivos do Conselho de Avaliação de Riscos Judiciais, que se reuniu nesta segunda, no Ministério da Fazenda, e conta com a participação da Advocacia-Geral da União (AGU) e Procuradoria-Geral da União (PGFN).

"Hoje, a reunião foi, exclusivamente, para a aprovação de um cronograma de trabalho que encerrará no meio do ano que vem. Será um trabalho intenso interno até o final do ano, já com a avaliação desses riscos na área da questão de precatórios, de pagamento de pequenos valores, do estoque dos precatórios, das decisões tributárias, das decisões previdenciárias que vem", afirmou a ministra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Embora o levantamento esteja em andamento, os dados e números só serão disponibilizados em 2024.

Segundo Tebet, o objetivo dessa ação é garantir a credibilidade dos números que são apresentados ao Congresso e Judiciário, porque o montante elevado põe em risco as contas públicas. "Nós estamos diante de um montante tamanho que coloca em risco a máquina administrativa, que coloca em risco políticas públicas essenciais ao País", disse.

Como exemplo, a ministra citou o valor para investimentos em 2024, por meio do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em torno de R$ 69 bilhões. "É mais ou menos esse valor que nós temos, a princípio, de precatórios de pequenos valores para se pagar o ano que vem, fora os riscos fiscais que nós não conseguimos levantar, como uma decisão judicial dos tribunais superiores, que vem na ordem não de um dígito de bilhão, mas de dois dígitos e nós temos que contingenciar de algum lugar para fazer o pagamento de outro", comentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV