Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Assessor de Guedes entra na lista de cotados para presidir a Petrobras

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A crise do preço dos combustíveis e a pressão para a criação de um subsídio com recursos do Tesouro acirraram os ânimos entre os ministros de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e da Economia, Paulo Guedes. A rusga da vez é o surgimento nos bastidores da indicação para o presidente Jair Bolsonaro do nome do secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Caio Paes de Andrade, para substituir Joaquim Silva e Luna no comando da Petrobras.

Entre auxiliares do presidente Jair Bolsonaro, o trabalho de Andrade para levar o governo federal para a internet tem sido muito elogiado por sua atuação à frente da digitalização dos serviços públicos na plataforma Gov.br.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Como o secretário, que já foi presidente do Serpro (estatal de processamento de dados do governo), é auxiliar de Guedes, o aparecimento do nome foi interpretado no Ministério de Minas e Energia como uma tentativa de ingerência de Guedes na área que não é dele, para apoiar a saída de Silva e Luna. Guedes indicou o primeiro presidente da Petrobras no governo Bolsonaro, Roberto Castelo Branco.

Na contramão, Bento e outros ministros têm apoiado Silva e Luna a permanecer na Petrobras, mas sua situação no cargo segue delicada, segundo fontes. Em meio às notícias de que a saída do presidente da Petrobras pode ocorrer no dia 13 de abril, data da eleição do novo conselho de administração da empresa, Guedes negou a interlocutores que tenha sugerido o nome de Caio. Mas em conversas com auxiliares não esconde que está cada vez mais desconfortável com a pressão do Ministério de Minas e Energia para a criação de um subsídio com recursos do Tesouro.

A percepção na área econômica é que Bento estaria acuado com as críticas de Bolsonaro à Petrobras e tentando jogar a conta para o Ministério da Economia via subsídio "sem controlar os lucros abusivos da empresa", motivo de descontentamento do presidente. Guedes e equipe preferem esperar o cenário internacional antes de decidir sobre a criação de um subsídio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV