Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Arcabouço vai estabilizar dívida, zerar déficit e ser socialmente comprometido, diz Tebet

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou que o novo arcabouço fiscal vai estabilizar a dívida pública brasileira, zerar o déficit fiscal e ser socialmente comprometido com o Brasil. Tebet disse que a "moldura" do arcabouço já está pronta e que agora a decisão é política, do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com a ministra, o novo arcabouço irá olhar tanto para o lado das receitas como para o lado das despesas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"O arcabouço fiscal vem ao encontro desse nosso anseio, porque ele trata não só pelo lado do incremento das receitas, sem aumento de carga tributária, mas também das despesas, de olho na estabilização da relação dívida/PIB", disse Tebet, durante o evento "Arko Conference 2023".

A ministra ainda afirmou que o governo pretende zerar o déficit fiscal já no próximo ano. "É uma meta não só do Planejamento, mas também da Fazenda", disse. "O compromisso é de zerar o déficit. Eu paro em zerar o déficit, por que se nós vamos ter superávit ou não é outra discussão que eu não posso abrir", acrescentou.

Na avaliação da ministra, a nova âncora fiscal irá agradar tanto o governo, que é expansionista, quanto o lado da responsabilidade fiscal. "Eu brinquei que vai agradar todo mundo, não é que vai ser 100%, mas vai agradar os dois lados: o governo que é expansionista, e saiu vitorioso das urnas, mas com a responsabilidade fiscal, que todos nós estamos comprometidos", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda sobre o arcabouço, Tebet afirmou que será uma regra "simples". "Vai ser fácil de ser entendida, não só por economistas, e ele vai ser crível", garantiu.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV