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Aquisição da Emae pela Sabesp é estratégica e fortalece portfólio, diz analista da Axia

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A compra de 70% do controle da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) pela Sabesp por R$ 1,131 bilhão, em operação que envolve a Vórtx e a Eletrobras, deve ser bem-recebida pelo mercado, fazendo preço tanto nas ações da Sabesp quanto nas da Eletrobras, segundo o analista Felipe Sant'Anna, especialista em ações da Axia Investing.

A operação, na sua visão, é "estratégica" e "positiva" para todas as partes. "Mas especialmente para a Sabesp, que demonstra agilidade e expansão de portfólio após a privatização", acrescenta.

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Para ele, o movimento sinaliza "modernização, diversificação e maior eficiência operacional". "Fatores que tendem a melhorar a percepção do mercado sobre a companhia, ainda que a reação imediata das ações possa variar no curto prazo", pondera.

Para Sant'Anna, a aquisição fortalece o portfólio da Sabesp: amplia sua capacidade de captação hídrica e geração de energia (hidrelétricas da EMAE). "Isso reduz riscos futuros de crise hídrica e diversifica as fontes de receita da empresa", explica.

"O movimento reforça que, pós-privatização, a Sabesp está mais ágil e menos dependente da burocracia estatal, podendo reagir mais rápido a oportunidades de mercado".

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Em alta

As ações tanto da Sabesp quanto da Eletrobras vêm renovando recordes históricos no Ibovespa. Superando R$ 127 a unidade, Sabesp acumula uma valorização de quase 50% em 2025. Já os papéis da Eletrobras, que tocaram, em agosto, o seu maior preço de tela desde a privatização, em 2022, registram respectivas altas de 63% (ON) e 53% (PNB) no ano.

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