Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Aneel adia mais uma vez reajuste das contas de luz da Cemig

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) adiou nesta terça-feira, 7, mais uma vez, o reajuste das contas de luz da Cemig, que atende aproximadamente 8,8 milhões de unidades consumidoras em Minas Gerais. Com isso, as tarifas atuais foram prorrogadas até a data limite de 21 de junho para aplicação de medidas que atenuem os efeitos para os consumidores, como a expectativa de aportes de recursos do processo de privatização da Eletrobras.

É a segunda vez consecutiva que a Aneel adia o reajuste das tarifas, previsto inicialmente para 28 de maio. Em 24 de maio, as tarifas atuais foram prorrogadas pelo órgão regulador por 15 dias. Os adiamentos acontecem em meio a uma pressão do Congresso Nacional na agência reguladora e no governo por alternativas para atenuar as tarifas. O movimento teve início após aprovação de reajustes de dois dígitos para alguns Estados em ano eleitoral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em seu voto, o relator do processo, diretor Giácomo Francisco Almeida, ressaltou a iminência da conclusão de ações que impactam os processos tarifários. Entre elas, a expectativa pelo aporte inicial de R$ 5 bilhões da privatização da Eletrobras para mitigar os valores das tarifas, por meio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

A agência reguladora também aguarda a conclusão da análise do projeto que estabelece um teto de na cobrança de ICMS, imposto estadual, sobre energia elétrica. Ainda, o aval para o projeto que prevê a devolução integral de créditos tributários cobrados indevidamente de consumidores para abater na conta de luz, por meio de abatimentos em reajustes tarifários.

Segundo o voto, a promulgação da lei "afastará discussões no âmbito da regulação e trará diretrizes para Aneel estabelecer o procedimento para reversão dos créditos."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dos colégios eleitorais mais importantes do País, o reajuste das tarifas de Minas Gerais costuma ter forte influência política. Nesta terça-feira, o deputado federal Weliton Prado (PROS-MG) fez sustentação oral de forma presencial na sede da agência, em Brasília.

Devido à articulação política entre parlamentares e a diretoria da agência, os clientes residenciais atendidos pela Cemig não tiveram aumentos na conta de luz nos últimos dois anos. Nos anos anteriores, outros parlamentares também se manifestaram durante a análise do processo. Entre eles, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Assim como em 2020, o senador pediu à Aneel no ano passado que considerasse créditos tributários de PIS/Cofins pagos a mais pelos consumidores para mitigar os efeitos dos reajustes.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV