Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Anbima: empresas captam R$ 233 bi no mercado de capitais no 1º semestre

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As empresas captaram R$ 233 bilhões no mercado de capitais do Brasil no primeiro semestre de 2022, queda de 12,1% na comparação com igual período de 2021, de acordo com números da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) divulgados nesta tarde.

As emissões de renda fixa foram o destaque, com crescimento de 25%, em ofertas que somaram R$ 202 bilhões, enquanto as de ações despencaram 75%, aqui ainda sem incluir os dados da oferta da Eletrobras, de R$ 33,7 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Dentro da renda fixa, o destaque foi debêntures, com avanço de 35% nas captações, para um volume de R$ 133,8 bilhões. O prazo médio dos papéis foi de 6 anos e o setor de energia elétrica foi o mais ativo, responsável por emissões de R$ 33 bilhões. Ao todo, foram 225 emissões no primeiro semestre, das quais 49 acima de R$ 1 bilhão.

As debêntures incentivadas, voltadas para infraestrutura e com prazos mais longos, somaram R$ 19,6 bilhões, em 47 ofertas. Pessoas físicas compraram mais debêntures no primeiro semestre, ficando com 28,9% dos recursos. Os bancos coordenadores das ofertas e outros intermediários ficaram com 32% e os fundos de investimento com 31%.

Entre outros instrumentos, os fundos de recebíveis tiveram queda de 43,5% e os fundos imobiliários tiveram captações 66,7% menores. Já os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) aumentaram 13%, enquanto as ofertas dos Certificados de Recebíveis Agrícolas avançaram 54%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Tivemos uma pequena retração no volume do mercado de capitais doméstico", disse o vice-presidente da Anbima, José Eduardo Laloni, em entrevista à imprensa há pouco. "Na renda variável, o mundo todo tem sofrido, com as emissões de novas ações em compasso de espera." Já as ofertas de ações de empresas já listadas (follow-on), disse Laloni, têm saído. Os saques nos fundos de ações e o desempenho fraco das ações das empresas novatas na B3 acabaram dificultando novas aberturas de capital (IPO, em inglês), ressaltou o executivo.

A maior volatilidade no mercado e a maior aversão a risco, no Brasil e no mundo, em meio à inflação e taxas de juros em alta estão afetando a alocação dos investidores, disse Cristiano Cury, vice coordenador da Comissão de Renda Fixa da Associação. O reflexo natural é a busca por papéis de renda fixa, de perfil mais conservador. "O mercado de capitais reflete muito o que acontece com a indústria de fundos", completou Cury.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV