Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Alta em minério e gasolina ajuda a segurar queda do IGP-10 em julho, aponta FGV

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) caiu 1,10% em julho, metade da queda registrada em junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com esse resultado, o índice acumula variações negativas de 5,20% no ano e de 7,89% em 12 meses. Em julho de 2022, o índice havia subido 0,60% no mês e acumulava elevação de 10,87% em 12 meses. A gasolina e o minério de ferro foram alguns dos itens que ajudaram a segurar a queda da inflação, segundo a FGV.

"A aceleração do preço do minério de ferro (de -8,04% para 3,19%) e as quedas menos intensas registradas para o milho (de -15,63% para -9,49%) e para a soja (de -5,16% para -3,07%) contribuíram para o avanço da taxa do índice ao produtor. No âmbito do consumidor, a principal contribuição para a aceleração do IPC partiu da gasolina (de -3,20% para 2,26%), cujo aumento ocorreu pela volta da cobrança de impostos federais (PIS e Cofins)", explica André Braz, coordenador dos Índices de Preços da FGV.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Na construção civil, o índice recuou devido à desaceleração dos reajustes captados para a mão de obra (de 2,27% para 0,28%).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 1,54% em julho. No mês anterior, o índice havia registrado taxa negativa de 3,14%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram de uma queda de 1,01% em junho para queda de 0,97% em julho.

"A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -2,21% para 0,49%. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, caiu 0,52% em julho. No mês anterior, a taxa foi de -0,03%", disse a FGV em nota.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de -3,36% em junho para -1,31% em julho. A principal contribuição para este movimento partiu do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de queda de 12,77% para recuo de 2,77%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, caiu 1,08% em julho, contra queda de 1,68% no mês anterior.

As principais contribuições para a taxa menos negativa do grupo Matérias-Primas Brutas - que passou de -5,00% em junho para -2,38% em julho -, partiram principalmente dos itens: minério de ferro (-8,04% para 3,19%), milho em grão (-15,63% para -9,49%) e soja em grão (-5,16% para -3,07%). Em sentido descendente, os movimentos mais relevantes ocorreram nos seguintes itens: leite in natura (0,34% para -7,47%), café em grão (-5,57% para -10,99%) e cana-de-açúcar (1,44% para 0,15%).

A estabilidade com viés de alta do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que variou 0,02% em julho, após queda de 0,18% em junho, se deveu à alta de preços de quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação: Educação, Leitura e Recreação (-1,93% para 0,99%), Transportes (-1,23% para -0,16%), Comunicação (-0,06% para 0,14%) e Alimentação (-0,21% para -0,17%). As principais contribuições para este movimento partiram dos seguintes itens: passagem aérea (-11,47% para 5,50%), gasolina (-3,20% para 2,26%), tarifa de telefone móvel (-0,28% para 0,10%) e hortaliças e legumes (-2,47% para 2,73%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em contrapartida, os grupos Habitação (0,79% para -0,24%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,49% para 0,15%), Despesas Diversas (0,63% para 0,15%) e Vestuário (0,40% para 0,31%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, as maiores influências partiram dos seguintes itens: tarifa de eletricidade residencial (1,42% para -0,85%), plano e seguro de saúde (1,04% para 0,38%), jogo lotérico (7,32% para 0,00%) e serviços do vestuário (-0,38% para -1,11%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,01% em julho. No mês anterior, a taxa foi de 1,19%. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de junho para julho: Materiais e Equipamentos (0,10% para -0,22%), Mão de Obra (2,27% para 0,28%) e Serviços repetiu a taxa do mês anterior de 0,32%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV