Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Alphabet recorre na justiça contra exigências da UE sobre competitividade em IA

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Google, controlado pela Alphabet, informou que entrou com recursos contra exigências da União Europeia (UE) para abrir o sistema Android a serviços concorrentes de inteligência artificial (IA) e permitir que outros mecanismos de busca tenham acesso a dados de pesquisa.

Em julho, a Comissão Europeia - braço executivo da UE - emitiu instruções vinculantes para que o Google garanta que serviços rivais de IA possam acessar recursos em dispositivos Android e competir em condições semelhantes às do Gemini, produto de IA do Google.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Autoridades europeias também solicitaram que o Google compartilhe dados de busca com alguns mecanismos de pesquisa de terceiros, incluindo chatbots de IA, para que possam competir de forma mais justa com o Google Search.

A empresa afirmou nesta terça-feira (29) que apresentou recursos ao Tribunal Geral da União Europeia, a segunda instância mais alta do bloco, contra as decisões. Segundo o Google, as determinações estabelecem prazo até janeiro de 2027 para o compartilhamento de dados de busca e até julho do ano que vem para mudanças no Android.

"Estamos recorrendo de decisões que nos forçarão a compartilhar o histórico de buscas privadas das pessoas sem anonimização suficiente e a enfraquecer proteções essenciais de segurança no Android", disse Oliver Bethell, diretor sênior de concorrência do Google, em comunicado. A Comissão Europeia não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As instruções foram emitidas com base na Lei de Mercados Digitais (DMA, na sigla em inglês), que estabelece obrigações e proibições para grandes empresas com o objetivo de preservar a concorrência no bloco. A Alphabet é classificada como controladora de acesso - ou "gatekeeper", em inglês - no âmbito da DMA, o que a obriga a adotar medidas adicionais para não sufocar a competição.

Entre as exigências, "gatekeepers" devem assegurar interoperabilidade em determinadas situações e não podem favorecer seus próprios serviços em rankings frente a concorrentes, nem rastrear usuários fora de suas plataformas para publicidade direcionada sem consentimento.

Empresas que descumprirem a DMA podem ser multadas em até 10% da receita global anual - ou até 20% em caso de reincidência. A UE também pode impor multas diárias de até 5% das vendas médias diárias.Fonte: Dow Jones Newswires.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV