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Alcolumbre: Mercosul e UE escolhem caminho da parceria, tolerância e paz

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) dá ao mundo uma mensagem de que os países dos dois blocos escolheram o caminho da parceria, da tolerância e da paz.

"Um acordo como este entre o Mercosul e a União Europeia é um instrumento de verdadeira estabilidade internacional. Essa é a mensagem que o Congresso Brasileiro transmite hoje ao mundo", disse Alcolumbre, em sessão solene do Congresso Nacional para promulgação do decreto legislativo que ratifica o Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia. "O Mercosul e a União Europeia, ao estabelecer este acordo histórico, escolhem o caminho da parceria, o caminho da tolerância, o caminho da paz", prosseguiu.

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Estiveram presentes na sessão, realizada no plenário do Senado, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e os relatores do projeto na Câmara e no Senado - deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP) e senadora Tereza Cristina (PP-MS).

Alcolumbre disse que o comércio é a chave da paz mundial. "Países que negociam entre si têm mais a perder com a guerra do que a ganhar com ela. O comércio cria nações amigas, nações parceiras. Conflitos armados que destroem vidas e riqueza dificilmente ocorrem entre economias que compartilham cadeias de produção, de investimento e de mercados consumidores. O comércio gera paz e prosperidade", sustentou.

Em seguida, ele afirmou que povos que trocam bens e serviços com outros povos reconhecem o valor da estabilidade política e institucional. "O comércio cria regras comuns e regras comuns obrigam os países a dialogar, a negociar, a resolver as suas disputas por meios diplomáticos em vez de recorrer à força. O comércio internacional, portanto, é muito mais do que comprar e vender produtos".

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Por fim, o presidente do Senado cumprimentou os envolvidos na análise do pacto comercial, salientando que a matéria foi tratada com "altivez, serenidade e responsabilidade".

O acordo, assinado em janeiro em Assunção, no Paraguai, prevê a redução de tarifas para 91% dos produtos importados pelo Mercosul e 95% dos produtos importados pela União Europeia. Juntos, os dois blocos reúnem cerca de 718 milhões de pessoas e um PIB de aproximadamente US$ 22,4 trilhões. A expectativa do governo é que o acordo entre em vigor em até 60 dias após a promulgação.

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