Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Alcolumbre defende Campos Neto e o chama de 'amigo pessoal' e 'grande brasileiro'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), defendeu o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, a quem chamou de "amigo pessoal" e "grande brasileiro". Também disse que o presidente do BC "tem nos ajudado muito a melhorar a vida dos brasileiros e do Estado".

"Tenho acompanhado nos últimos meses o embate que a política econômica do Banco Central, sob liderança do Roberto Campos Neto, tem tido com a agenda de parte do governo. Nesse sentido, independente das questões ideológicas e partidárias, quero falar do cidadão e técnico Roberto Campos Neto, que é meu amigo pessoal. E quero fazer a defesa e reconhecer o papel relevante que ele tem à frente do Banco Central, em um ambiente em que qualquer presidente de Banco Central, em qualquer governo, é criticado muitas das vezes pelo próprio governo", afirmou Alcolumbre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Para o presidente da CCJ - e provável sucessor de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) na presidência do Senado a partir do ano que vem -, Campos Neto "é um grande brasileiro que tem nos ajudado muito a melhorar a vida dos brasileiros e do Estado".

As declarações de Alcolumbre foram motivadas por ataques contra Campos Neto durante a sessão da CCJ em que foi discutida a proposta de emenda à Constituição (PEC) de autonomia do Banco Central. O vice-líder do governo no Senado, Jorge Kajuru (PSB-GO), chamou o presidente do BC de "antibrasileiro" e "desprezível".

"Enquanto estiver no Banco Central um antibrasileiro, um ser desprezível, como Roberto Campos Neto, eu não teria coragem de assinar autonomia nenhuma a ele", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Uma coisa é você oferecer autonomia a um Banco Central que tenha um presidente que não age politicamente, que não trabalhe contra o Brasil, por odiar o presidente Lula. É algo pessoal, peçonhento, deste, repito, desprezível Roberto Campos Neto", disse Kajuru.

A votação PEC acabou sendo adiada pela falta de acordo entre o governo e a oposição. As negociações devem ser retomadas no segundo semestre para que haja um entendimento que permita a análise do texto no colegiado.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV