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Alckmin recorre a ganho de produtividade com mais tecnologias para justificar fim da 6x1

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O presidente em exercício da República, Geraldo Alckmin, recorreu nesta segunda-feira, 20, à maior produtividade a partir da adoção de tecnologias pelas empresas para justificar a redução da escala de trabalho - que hoje é majoritariamente composta por 6 dias de trabalho por um de descanso -, cujo projeto foi enviado para apreciação do Congresso pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com Alckmin, a redução da jornada é uma tendência mundial porque a tecnologia permite que se faça mais com menos funcionários e exige, também, mão de obra mais qualificada.

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O presidente em exercício fez essa observação após ter visitado a Unipar, empresa química localizada em Cubatão (SP), e que passou por um processo de modernização, concluído em dezembro de 2025.

"Há uma tendência no mundo todo de redução de jornada de trabalho porque a tecnologia permite você fazer mais com menos gente. Muda o perfil, você passa a ter recursos humanos mais qualificados, é uma tendência. Com mais tecnologia, passa a haver uma produção maior com menos pessoas. Isso vale para agricultura, onde você mecaniza muito, vale para a indústria, com automação, robôs, e até para serviços, como a medicina", disse.

Para ele, é natural que haja uma redução da jornada de trabalho, mas que isso precisa ser debatido, discutido. "O governo apoia e há necessidade de se analisar as especificidades porque não é todo mundo que tem a mesma lógica. Então cabe ao Congresso analisar e aprofundar esse debate. Mas nós somos favoráveis. Essa é uma tendência mundial", enfatizou.

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