Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Alckmin: houve percalço no acordo Mercosul-UE, mas governo brasileiro vai acelerar sua parte

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira, 27, que houve um "percalço" na tramitação do acordo entre Mercosul e a União Europeia, mas que o governo brasileiro vai "acelerar" para superar a sua parte das barreiras que impedem que o tratado entre em vigor.

Na semana passada, o Parlamento Europeu solicitou ao Tribunal de Justiça da União Europeia um parecer jurídico sobre a conformidade do acordo Mercosul-UE com os tratados do bloco, paralisando a implementação do pacto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Tivemos um percalço, que é questão jurídica, mas o Brasil vai acelerar a sua parte. O presidente Lula encaminhará ao Congresso Nacional o pedido para a internalização do acordo no nosso País", disse Alckmin.

O presidente em exercício disse ainda que o acordo de adequação de dados pessoais entre o Brasil e a União Europeia deve elevar o comércio digital entre o País e o bloco europeu em quase dois dígitos. Alckmin apontou ainda que o acordo entre Mercosul e a UE abre inúmeras oportunidades de negócios bilaterais, como terras raras e minerais estratégicos.

"Somos vocacionados a trabalhar juntos: Brasil, Mercosul e União Europeia. Este acordo que hoje celebramos vem ao encontro desse acordo histórico que é o do Mercosul e a União Europeia. Fortalece, agiliza e complementa. As oportunidades são inúmeras: terras raras, minerais estratégicos Nós temos inúmeras oportunidades de termos investimentos, complementaridade econômica e integração produtiva", disse o presidente em exercício.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta terça, Alckmin fez o reconhecimento da reciprocidade entre Brasil e União Europeia da equivalência dos padrões elevados de dados de sistemas de proteção de dados pessoais e da privacidade.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), a decisão funciona como um marco jurídico de confiança para a garantia da transferência internacional de dados pessoais entre o Brasil e a UE.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV