Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Alckmin diz que ideia da tributária é neutralidade, mas reconhece impacto negativo para SP

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Na tentativa de contemporizar a resistência de governadores à reforma tributária, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou que a ideia da reforma tributária é a "neutralidade federativa". Ainda assim, reconheceu que São Paulo, Estado que mais arrecada no País, pode ser impactado pelo projeto atual.

"A ideia é neutralidade federativa: no dia seguinte, ninguém ganhou nada, ninguém perdeu nada. O que se deseja é simplificação, reduzir Custo Brasil, tirar cumulatividade, estimular exportações e diminuir burocracia', afirmou o presidente em exercício - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em viagem oficial à Europa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

De acordo com Alckmin, o Estado de São Paulo, onde ele foi governador por quatro vezes, pode perder com a reforma tributária com a passagem da cobrança de impostos da origem para o destino.

"São Paulo é exportador líquido. Quando você muda da origem para o destino, São Paulo perde um pouco. Mas você tem que pensar no conjunto, todos vão ganhar se a economia crescer. A reforma tributária traz eficiência econômica, pode em 15 anos aumentar 10% do PIB e salvar a indústria", avaliou o também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Uma solução para o caso, de acordo com o presidente em exercício, seria uma transição lenta. "É fundamental a reforma tributária. A passagem da origem para o destino. No mundo inteiro, imposto se paga onde consome, onde estão as pessoas. 'Ah, alguém pode perder'. Você faz uma transição lenta. Você pode ter fundos de desenvolvimento para regiões. Tem solução. O que não pode é ficar do jeito que está", disse o vice-presidente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Tem ajustes a serem feitos? Tem. Política é diálogo, é ouvir bastante e buscar boas soluções. E eu acredito na boa solução", seguiu o ministro, em tom conciliador. "Não podemos é continuar com o atual manicômio tributário."

Alckmin ainda afirmou que o relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), é uma pessoa paciente, resiliente e que ouve bastante. "Quem ouve mais erra menos", disse.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV