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Alckmin diz que Haddad terá apoio 'integral' no esforço fiscal

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Após o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, também manifestou apoio público ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que teve críticas ao seu trabalho ampliadas após o anúncio da elevação de alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Depois da reação negativa do mercado, a equipe econômica desistiu de aumentar a cobrança do tributo nas remessas a investimentos de fundos no exterior.

"O Haddad terá todo o nosso apoio, integral, para a gente fazer tudo o que precisar fazer, os contingenciamentos, o esforço fiscal, para não ter déficit nas contas primárias", declarou Alckmin.

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Ele lembrou que o governo anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro, também teve déficits fiscais. "Não pagou um centavo de dívida e gastou quase R$ 800 bilhões a mais do que arrecadou", disse o vice-presidente, referindo-se ao déficit de 2020, ano de pandemia. "Covid esteve no mundo inteiro. Quanto teve de déficit primário o México? 0,5% em 2020. Nós fizemos 9,1% do PIB", criticou.

Alckmin participou nesta segunda-feira, 26, da cerimônia de abertura do evento Nova Indústria Brasil, em comemoração ao Dia da Indústria, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro. A conferência é promovida por Brasil 247, TV 247 e Agenda do Poder.

Ele, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, aproveitou o discurso para destacar as ações do governo em apoio ao setor produtivo, e projetou um "ótimo ano" para a indústria.

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Segundo Alckmin, a safra agrícola recorde, ampliando a oferta de alimentos, e a apreciação do real, com o dólar, que estava em R$ 6,20, caindo para 5,70, deve abrir espaço para o Banco Central (BC) cortar os juros. "É só cair a taxa de juros que a economia vai crescer", assinalou.

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