Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Agência cobra plano de recuperação de distribuidora de energia de Roraima

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A crise elétrica vivida pela população de Roraima, que por anos sofreu com o fornecimento caótico que vinha da Venezuela e hoje depende 100% da geração de térmicas a óleo diesel para iluminar suas casas, pressiona agora a distribuidora de energia do Estado. A empresa Roraima Energia, responsável por abastecer Boa Vista e o interior do Estado, dona de dívidas milionárias, corre risco de se inviabilizar financeiramente.

A situação das contas da empresa levou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a enviar, dez dias atrás, um ofício para o presidente da companhia, o ex-ministro de Minas e Energia Márcio Zimmermann, para cobrar um "plano de resultados" sobre as contas da concessão, ao constatar que "a situação econômico-financeira da concessionária é preocupante".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Até dezembro do ano passado, o endividamento líquido da empresa chegava a R$ 877 milhões. O problema não é a dívida em si, mas como quitá-la. No fim do ano passado, a empresa fechou com resultado negativo de R$ 68 milhões. O cenário levou a área técnica da agência reguladora a alertar que a situação "pode implicar a perda das condições econômicas" da concessão, que desde 2018 saiu das mãos da Eletrobras e passou a ser comandada pela empresa privada Oliveira Energia.

Auditoria

Desde 2019, já sob gestão privada, a Roraima Energia passou por auditoria da empresa KPMG, que chamou a atenção para "a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da companhia".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A situação se agravou em 2019, quando o governo Bolsonaro rompeu com o abastecimento de energia que comprava da Venezuela, por meio da estatal Corpoelec. Hoje, há 70 usinas térmicas em atividade no Estado.

Questionada sobre o assunto, a Roraima Energia declarou que o fato de não estar conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) de transmissão de energia tem prejudicado suas operações. "Tal condição imputou à distribuidora uma série de assimetrias que contribuíram para o aumento do seu endividamento, as quais já vêm sendo tratadas junto à agência reguladora." A empresa também atribuiu parte do drama financeiro a dívidas em aberto com empresas do governo estadual.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV