Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

ACSP: Confiança do consumidor segue pessimista, com melhora de algumas classes

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A confiança do consumidor brasileiro se manteve praticamente estável em julho, com 91 pontos e, portanto, no campo do pessimismo. O índice é considerado otimista quando está acima dos 100 pontos. Novamente, notou-se otimismo entre o grupo com renda de R$ 1.559 a R$ 5.195. Contrapondo o grupo anterior, a confiança dos entrevistados com renda acima de R$ 5.195 até R$ 15.585 se manteve no campo pessimista.

Os dados são do Índice Nacional de Confiança (INC), elaborado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em conjunto com a PiniOn. A pesquisa foi realizada com 1.676 pessoas, de todas as regiões do País. A percepção negativa das famílias em relação à sua situação financeira atual se mantém presente, e se reflete em menor disposição para aquisição de bens e itens de maior valor, como carro e casa, e bens duráveis, tais como geladeira e fogão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O fim das restrições e a maior mobilidade social, além do aumento da ocupação, das injeções de recursos oriundos do saque do FGTS, da antecipação do 13º de aposentados e pensionistas e dos reajustes de salários do funcionalismo público estadual e municipal são os fatores que explicam o aumento da confiança em determinados grupos analisados, de acordo com o economista da ACSP, Ulisses Ruiz de Gamboa.

Quanto às classes mais altas, que demonstram mais pessimismo, ele argumenta que o sentimento se relaciona à renda e informações. "Essas famílias contam com renda relativamente mais elevada e, portanto, são menos beneficiadas por recursos extras e auxílios governamentais, além de acompanharem mais de perto os cenários de incerteza interna e mundial", complementa Ruiz de Gamboa.

Para o economista, porém, os dados sinalizam recuperação da confiança do consumidor com base, principalmente, na melhora da expectativa da situação financeira futura.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV