Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Acordo da UE para sanções a petróleo russo esbarra em resistência da Hungria

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A União Europeia está lutando para finalizar os termos de um embargo ao petróleo da Rússia em meio à resistência da Hungria, cujo líder afirmou na sexta-feira que o embargo proposto atingiria sua economia como uma bomba atômica. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, há muito cultiva laços estreitos com Moscou e não se juntou a outros países da UE e da Organização do Tratado do Atlântico Norte na tentativa de armar a Ucrânia. Ele está insistindo em mais tempo e dinheiro da UE para a Hungria se juntar ao restante do bloco na transição para não comprar mais petróleo russo, dizem diplomatas.

Um acordo de embargo ao petróleo russo ainda é possível na segunda-feira, segundo fontes familiarizadas com as negociações da UE. Todos os 27 Estados membros precisam concordar com o pacote de sanções, o sexto do bloco desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O órgão executivo da UE, a Comissão Europeia, enviou aos Estados membros uma proposta esta semana que faria o bloco interromper as compras de petróleo da Rússia dentro de seis meses e proibir a importação de produtos petrolíferos refinados russos no fim do ano. As sanções propostas incluem a remoção de mais três bancos russos da rede de mensagens financeiras Swift e a proibição de fornecer serviços à Rússia, incluindo seguro para embarques de petróleo.

Inicialmente a comissão propôs a Hungria e Eslováquia, fortemente dependentes de petróleo russo entregue pelo gasoduto de Druzbha, um ano a mais do que o restante do bloco para deixar de comprar energia da Rússia. Em uma proposta atualizada, divulgada na sexta-feira pela comissão, a Hungria e a Eslováquia teriam até o fim de 2024 para cortar as importações de petróleo russo. A República Tcheca, que também fez lobby por mais tempo, teria até meados de 2024. Orban criticou a proposta da Comissão em entrevista à rádio estatal na sexta-feira. "A proposta na mesa agora cria um problema húngaro, e não há plano para resolvê-lo", disse ele, dizendo que seu país precisa de cinco anos para se afastar da energia russa. Fonte: Dow Jones Newswires.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV