Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Abras revisa previsão de crescimento anual do setor de 2,8% para 3% a 3,3%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) revisou para cima sua projeção de crescimento anual do setor de 2,8% para 3% a 3,3%. As razões apresentadas para a melhora de perspectiva foram a melhora no índice de inflação, o aumento do emprego formal e os recursos que começaram a ser injetados na economia nesta semana com o pagamento dos auxílios do pacote de benefícios aprovados pelo Congresso Nacional.

"Esse dinheiro vai movimentar o consumo nos lares, então, o crescimento em ritmo moderado do primeiro semestre deve ficar para trás. Daqui para frente, o consumo tende a ser mais intenso e estável porque cresceu o número de famílias, aumentou o valor do benefício e novos auxílios foram criados para outras categorias profissionais: caminhoneiros e taxistas", analisa o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Para os próximos meses, o pagamento do pacote de benefícios aprovados pelo congresso nacional deve aumentar o consumo nos lares.

A Abras estima que cerca de 50 a 60% dos valores liberados pelo governo devem ser destinados à cesta de consumo.

"Olhando para frente, o comércio tem ao menos três importantes datas para impulsionar as promoções e incentivar consumo nos lares: a Black-Friday, a Copa do Mundo e as festas de fim de ano", diz Milan.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outras fontes de recursos são a restituição do imposto de renda (4º e 5º lotes), o resgate de R$ 25 bilhões do PIS/Pasep por 10 milhões de pessoas e o pagamento do 13º terceiro salário para trabalhadores formais, funcionários e servidores públicos.

Consumo em junho

O Consumo nos Lares Brasileiro no primeiro semestre, medido pela Abras, encerrou o período com alta de 2,20%. Na comparação junho ante maio, o indicador apresentou alta de 0,10%. Em relação a junho de 2021 a alta é de 6,03%. Todos os indicadores são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para fazer frente a alta da inflação dos alimentos, a associação indica que o consumidor fez compras mais planejadas, trocou marcas e buscou mais promoções. O varejo intensificou as negociações comerciais com os fornecedores, ampliou o número de marcas e fez mais promoções nas lojas, afirma a Abras.

Abrasmercado

Em um semestre em que os preços das commodities foram impulsionados pelo impacto da invasão da Ucrânia, clima adverso e altos custos de produção e transporte, o Abrasmercado - indicador da cesta composta por 35 produtos de largo consumo como alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza - acumulou alta de 10,41%. Assim, o preço da cesta na média nacional chegou a R$ 773,44 em junho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As altas mais expressivas no semestre foram puxadas por batata (+55,81%), cebola (+48,13%), leite longa vida (+41,77%), feijão (+40,97%), queijo muçarela (+36,10%).

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV