Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Abear pede ao governo prorrogação de isenções e alívio ao setor aéreo até dezembro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O diretor-presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Juliano Noman, afirmou nesta terça-feira (26) que o setor aéreo já formalizou ao governo federal um pedido para prorrogação das medidas emergenciais adotadas para aliviar os custos das companhias diante da alta do petróleo e do querosene de aviação (QAV). Segundo ele, a proposta é estender os benefícios até o fim do ano.

"O que a gente está discutindo com o governo é ver se é possível fazer alguma coisa totalmente postergada também até o fim do ano. O pedido foi feito a cerca de duas semanas", afirmou a jornalistas depois de reunião na sede da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Entre as medidas em discussão está a manutenção da alíquota zero de PIS/Cofins sobre o QAV, benefício que vence em 31 de maio. O setor também negocia a ampliação do prazo de postergação das tarifas de navegação aérea cobradas das companhias pelo uso da infraestrutura de controle de tráfego aéreo.

Segundo Noman, o pedido formalizado junto ao governo inclui explicações sobre os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os preços internacionais do petróleo, além do efeito dos reajustes recentes do combustível sobre o caixa das empresas."A queima de caixa está acontecendo agora", disse.

O executivo explicou que o adiamento das tarifas de navegação não reduz diretamente os custos operacionais das empresas, mas melhora o fluxo de caixa das companhias em um momento de forte pressão financeira causada pela alta do combustível.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A tarifa de navegação, embora não reduza o custo, tem um efeito caixa importante. Porque você segura o caixa por conta do combustível e paga as tarifas de navegação depois", afirmou.

As tarifas de navegação começaram a ser postergadas em junho e, pelas regras atuais, os pagamentos referentes a junho, julho e agosto poderão ser quitados posteriormente. Segundo integrantes do setor presentes na reunião, o impacto financeiro dessas cobranças gira em torno de R$ 200 milhões.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV