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À espera de tarifas de Trump, dólar ronda estabilidade após dados de emprego dos EUA

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O dólar está tentando subir após os dados de emprego no setor privado dos EUA em março acima do esperado, mas a pressão de baixa derivada do exterior se mantém, deixando a cotação da divisa americana mais perto da estabilidade ante o real.

Mais cedo, o mercado de câmbio replicou os sinais negativos da divisa americana e dos rendimentos dos Treasuries no exterior. Há um compasso de espera pelo anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, marcado para as 17h desta quarta-feira, 2.

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A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que a inflação na zona do euro está perto da meta de 2%, mas ainda há trabalho a fazer, e alertou que as tarifas dos EUA podem prejudicar a economia europeia e global.

Nos EUA, o setor privado criou 155 mil empregos em março, acima da previsão de 123 mil.

No Brasil, a produção industrial caiu 0,1% em fevereiro ante janeiro, contrariando a projeção de alta de 0,2% (mediana). Na comparação anual, houve crescimento de 1,5%, abaixo da mediana das estimativas (2,1%).

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O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) arrefeceu o ritmo de alta, de 0,72% para 0,44%, na passagem da terceira para a quarta quadrissemana de março.

O coordenador do Índice de Preços do Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), Guilherme Moreira, projeta desaceleração do índice a 0,5% em abril, ante alta de 0,62% em março. O movimento está atrelado ao fim da devolução do bônus de Itaipu em energia elétrica residual, o que deve contribuir para que o grupo Habitação encerre este mês próximo de 0,26%.

A desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu 7 pontos e chegou a 56%, enquanto a sua aprovação caiu de 47% para 41%, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira.

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