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3ª Oferta Permanente de Partilha soma R$ 103,7 mi em bônus; leilão negociou 5 dos 7 blocos

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A 3ª Oferta Permanente de Partilha (OPP) em áreas do pré-sal realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) somou R$ 103,7 milhões em bônus de assinatura. Sete blocos foram ofertados em leilão nesta quarta-feira, 22, sendo que cinco receberam ofertas. Os investimentos previstos são de R$ 451,5 milhões.

Quatorze empresas, entre brasileiras e estrangeiras, estavam na disputa pelos reservatórios na região mais cobiçada do País.

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A Petrobras exerceu seu direito de preferência apenas pelo bloco de Jaspe, na bacia de Campos, e cobriu a oferta feita pela Chevron.

A empresa formou um consórcio com a Equinor para fazer a oferta por Jaspe. Presente na sessão pública, a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, fez um breve comentário sobre a participação da estatal no certame. "Estamos satisfeitos, compramos os blocos com maior potencial."

A Petrobras também venceu a disputa com a Prio e arrematou o bloco Citrino, na mesma bacia.

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Estavam aptas a fazer ofertas no 3º Ciclo da OPP a 3R Petroleum, BP, Chevron, CNOOC, Ecopetrol, Equinor, Karoon, Petrogal, Petronas, Prio, Qatar, Shell, Sinopec e TotalEnergies.

Bloco Itaimbezinho, Ametista e Esmeralda

O bloco Itaimbezinho, na Bacia de Campos, foi arrematado pela Equinor na 3ª OPP em áreas do pré-sal. A empresa foi a única a manifestar o interesse na área, ofertando uma fatia de 6,95% para a União.

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O consórcio CNOOC/Sinopec fez a única oferta para o bloco Ametista, na Bacia de Santos. A empresa ofereceu uma fatia de 9% para a União.

O bloco Esmeralda, na Bacia de Campos, foi arrematado pela Karoon. A empresa foi a única a manifestar o interesse na área e ofereceu porcentual de excedente em óleo de 14,10%.

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