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Usuário tenta comprar droga com nota de R$100 falsa e é obrigado a engolir a cédula

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Usuário tenta comprar droga com nota de R$100 falsa e é obrigado a engolir a cédula
Autor Foto: Divulgação Polícia Militar

Um jovem de 23 anos foi torturado e espancado ao ir comprar crack na vila Bimbarra, na região Oeste de Belo Horizonte, na noite dessa terça-feira (19), supostamente, com uma nota de R$ 100 falsa. O homem foi obrigado a engolir a cédula e ainda teve o celular roubado pelos criminosos.

Em conversa com os policiais militares, ao ir prestar queixa do roubo, a vítima contou que trabalhou o dia inteiro, recebeu a nota como pagamento e no período noturno deslocou até a vila para comprar a droga. Lá, "os pistas", que ficam responsável pela venda, afirmaram que era uma cédula falsificada.

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"Eles chamaram o gerente do tráfico, levaram a vítima para um beco, onde ela foi agredida com socos e tapas no rosto. Os criminosos ordenaram que ele mastigasse a nota, sendo que entregaram até um copo de água para que ele engolisse. Em seguida ordenaram que ele saísse do aglomerado, mas ficaram com o celular da vítima", explicou o tenente Márcio Gonçalves, do 22 Batalhão de Polícia Militar.

Após a denúncia, militares deslocaram até o local das agressões. O jovem reconheceu um dos autores, que estava com uma criança de 6 anos no colo.

"Ele estava com uma criança, a enteada dele e uma mulher perto. Ordenamos que colocasse a menina no chão para que a abordagem fosse realizada. Ele obedeceu, mas depois sacou uma arma 9mm e começou a atirar contra os policiais", detalhou o militar.

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Segundo a polícia, o homem, de 40 anos, disparou 15 vezes. Para se defender, a equipe policial revidou e o atingiu quatro vezes na mão. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Pronto Socorro João XXIII, onde segue internado sob escolta policial e, a princípio, sem risco de morte.

"Durante o registro da ocorrência, o primo dele, de 20 anos, também foi reconhecido pela vítima como um dos autores da agressão e acabou preso. Nenhum militar foi atingido", contou o tenente.

As armas dos militares foram recolhidas e um procedimento interno será aberto para apurar o caso - procedimento normal na corporação.

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O preso e a pistola 9mm foram encaminhados à Delegacia de Plantão 3 (Deplan).

Fonte: O Tempo

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