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SÃO PAULO

Saiba quem era a jovem que morreu após saltar de rope jump sem corda

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas trabalhava em uma academia na Grande São Paulo e fez publicações nas redes sociais momentos antes do salto

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Saiba quem era a jovem que morreu após saltar de rope jump sem corda
Autor Maria Eduarda Rodrigues de Freitas era profissional de educação física - Foto: REPRODUÇÃO

A jovem que morreu ao cair de uma altura de aproximadamente 30 metros durante uma atividade de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo, neste sábado (13), foi identificada como Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. Ela era profissional de Educação Física e trabalhava em uma academia localizada no município de Jandira, na Região Metropolitana de São Paulo.

- LEIA MAIS: O que se sabe sobre a morte da jovem lançada sem corda em salto: três homens seguem presos

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Momentos antes de ser arremessada da Ponte do Esqueleto, a vítima utilizou as redes sociais para compartilhar imagens no local. Nas publicações, a jovem mostrava os preparativos para a atividade e escreveu uma mensagem em tom de brincadeira, questionando quem havia permitido que ela pulasse de uma ponte.

As informações divulgadas pelas autoridades apontam que Maria Eduarda foi lançada da estrutura pelos funcionários responsáveis pela operação do salto. A corda principal de segurança, no entanto, não havia sido fixada ao equipamento da participante no momento do arremesso.

Após a queda, pessoas que estavam presentes no local realizaram manobras de reanimação cardiopulmonar na tentativa de socorrer a vítima, procedimento mantido até a chegada das equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Devido à gravidade dos múltiplos ferimentos causados pelo impacto, o óbito foi constatado pelas equipes de socorro ainda no local.

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O noivo de Maria Eduarda, que acompanhava a atividade, passou mal após a confirmação da morte e precisou receber atendimento médico. A academia onde a jovem exercia a profissão publicou uma mensagem de luto em suas redes sociais. A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer as circunstâncias da falha nos procedimentos e apurar as responsabilidades criminais dos operadores do salto.


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