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POWER BANKS

Saiba as novas regras para transporte de carregadores portáteis em voos

Normativa da Anac restringe o transporte de power banks à bagagem de mão e estabelece novos limites de capacidade para embarque em voos

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Saiba as novas regras para transporte de carregadores portáteis em voos
Autor Aviso na entrada da área de embarque do Aeroporto de Londrina - Foto: Divulgação Motiva

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) alterou as regras para transporte de carregadores portáteis, os chamados power banks, em voos. Por questão de segurança, o embarque com esses equipamentos é permitido apenas nas bagagens de mão, não podendo ser despachados, e o limite de capacidade também foi alterado pela nova normativa.

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Para orientar os passageiros, o Aeroporto de Londrina (PR), por exemplo, expôs um aviso na entrada da área de embarque. Cícero Valente, Supervisor de Operações e Segurança do aeroporto, explica que, no momento do embarque, no ponto de inspeção (raio-X), os power banks devem ser separados pelos passageiros para avaliação dos Agentes de Proteção da Aviação Civil, os Apacs.

Segundo o supervisor, um a cada cinco passageiros, em média, possui esse tipo de equipamento, a maior parte dentro do limite de capacidade.

Entenda as novas normas para embarque

- passa a ser permitido o embarque com até dois power banks com capacidade máxima de 100 Wh por passageiro;

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- equipamentos com capacidade entre 101 Wh e 160 Wh estão sujeitos à avaliação da companhia aérea para embarque;

- no caso de power banks com capacidade superior a 160 Wh, os passageiros devem autorizar o descarte ou tratar sua destinação junto à companhia aérea.

“Essa atualização na norma vem atender a critérios de segurança, após a ocorrência de dois episódios de incêndio desse tipo de equipamento em pleno voo. Desde 2016 é proibido internacionalmente o transporte de power banks em bagagem despachada; agora, amplia-se a restrição para transporte exclusivamente na bagagem de mão”, detalha Valente.

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O supervisor orienta que todos busquem informações junto às companhias aéreas sobre os itens permitidos e proibidos para o embarque, evitando, assim, transtornos na viagem.

Ocorrências

As ocorrências citadas pelo supervisor ocorreram em agosto de 2025 e em janeiro de 2026. Na primeira, um carregador portátil pegou fogo no compartimento de bagagens durante um voo entre São Paulo e Amsterdã. A segunda ocorrência se deu em um voo doméstico, de São Paulo para Brasília, que precisou pousar em Ribeirão Preto (SP) após a explosão de um power bank.

“A mudança vem reforçar as normas de segurança da aviação, que já são rigorosas. Os passageiros podem contribuir informando-se com as companhias aéreas ou pelo próprio site da Anac, onde constam os itens proibidos para embarque”, orienta Valente.

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