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JUSTIÇA

Réu por feminicídio de professora Catarina Kasten em trilha de Florianópolis irá a júri popular

Catarina Kasten, de 31 anos, foi atacada em novembro de 2025 na trilha do Matadeiro enquanto ia para a natação

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Réu por feminicídio de professora Catarina Kasten em trilha de Florianópolis irá a júri popular
Autor Catarina foi interceptada e atacada enquanto caminhava após sair de casa para participar de uma aula de natação - Foto: Reprodução/Redes Sociais/Câmeras de segurança

O jovem de 21 anos, réu confesso pelo estupro e assassinato da professora Catarina Kasten, de 31 anos, foi pronunciado pela Justiça e sentará no banco dos réus em um júri popular em Florianópolis (SC). A decisão judicial foi assinada na última sexta-feira (8) e divulgada nesta segunda-feira (11) pelos advogados da família da vítima. De acordo com o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), a data do julgamento ainda não foi marcada, pois o processo segue com o prazo legal aberto para a interposição de eventuais recursos.

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Preso preventivamente desde a época dos fatos, Giovane foi denunciado formalmente pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em dezembro, tornando-se réu na ação penal. Ele responde pelos crimes de feminicídio qualificado, estupro e ocultação de cadáver. Segundo a denúncia da promotoria, o réu agiu de forma consciente e voluntária com a intenção de matar, impulsionado por razões da condição do sexo feminino. As qualificadoras do assassinato incluem o emprego de asfixia e o uso de recurso que impossibilitou qualquer chance de defesa da professora. O caso tramita em segredo de Justiça, e o acusado é representado pela Defensoria Pública.

O crime ocorreu na manhã de 21 de novembro, na trilha da praia do Matadeiro, um caminho amplamente utilizado pelos moradores da região Sul da Ilha. Catarina foi interceptada e atacada enquanto caminhava após sair de casa para participar de uma aula de natação. Após ser detido, o suspeito confessou a autoria e detalhou o crime às autoridades.

Natural de Viamão, no Rio Grande do Sul, o investigado morava com familiares na região de Florianópolis desde 2019. Segundo os levantamentos da Polícia Militar, o réu relatou que costumava frequentar a trilha onde ocorreu o crime e que, na manhã do assassinato, estava retornando de uma festa na qual havia consumido bebidas alcoólicas.

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