Redescobrindo nossa redenção

Está entranhado no subconsciente humano o senso de redenção e salvação. Temos o heroísmo latente em nossa experiência humana. Percebemos isso nas estórias, empreendimentos e sem contar os filmes, que exploram isso com vigor ultimamente.
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Essa mentalidade é percebida até quando em histórias de superação no esporte alguém bravamente se doa pela equipe. Isso se estende por todas camadas relacionais, até mesmo no âmbito político, quando suas figuras exalam a impressão que podem resolver tudo com estalar de dedos.
Carregamos inconscientemente ou não, a marca da necessidade de salvação. Está intrínseco no ser humano essa realidade, que como disse, se expressa de todas maneiras.
Foi a constatação de Paulo em Atenas quando eles afirma sobre aqueles: “Senhores atenienses! Em tudo vos vejo acentuadamente religiosos; porque, passando e observando os objetos do vosso culto, encontrei também um altar ao DEUS DECONHECIDO. ( ATOS 17:22,23). Os atenienses tinham medo de ofender algum ser superior, por isso, tentavam agradar todos que eles imaginavam. Eles desejavam se tornar apresentáveis, alvo do favor divino!
Criamos deuses ou nos tornamos um! Essa é possivelmente é a realidade de muitos, haja vista, que todos nós queremos um lugar seguro e um redentivo. O grande equívoco é quando procuramos no poder, na religião ou em qualquer outro segmento nossa cura e satisfação.
Na perspectiva bíblica Cristo é o Redentor. “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos nossos pecados” (colossenses 1:13,14). Nesta configuração de raciocínio temos baseado no texto alguns pontos:
Primeiro: Procuramos um redentor, pois, sabemos que a situação nossa, quiçá do mundo não seja das melhores. A situação atual nos empurra para um Redentor.
Segundo: Existe um reino de amor para o qual Jesus no convida a entrar. A vida concerne não apenas uma esfera comum que dura setenta anos, mas uma eternidade além das fronteiras terrenas.
Terceiro: Exclusividade! Cristo, apenas Ele, pode nos redimir, nos perdoar e nos levar à uma vida com propósito além circunstancias.
É natural que busquemos redentores. A nossa pequenez se agarra no dinheiro, fama, prestígio e influência, para tentar anestesiar nossa ânsia por alguém que pode de fato nos dá segurança e proteção!
Por fim, a nossa precariedade se mostra quando fabricamos redentores. E, estes surgem de forma indiscriminada usurpando o lugar que pertence apenas ao que pode de fato nos redimir, Jesus, o Cristo.

