Quem eram os pedreiros mortos após polícia confundir ferramentas com armas
Um dos homens era dono de um bar e, naquele dia, havia ido ajudar o amigo em uma obra como servente de pedreiro

Os dois pedreiros mortos a tiros pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) nesta quarta-feira (27) em São Gonçalo (RJ) foram identificados como Marcelo da Cruz Silva, 41 anos, e Edivan Felipe de Assis, 46 anos. Ambos saíam para trabalhar quando foram baleados durante uma ação da corporação.
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Segundo testemunhas, os policiais estavam na região para prestar apoio a uma operadora de telefonia. Há suspeitas de que as ferramentas carregadas pelas vítimas tenham sido confundidas com armas pelos agentes. Durante a perícia, a Polícia Civil encontrou uma régua de pedreiro a cerca de 150 metros dos corpos. As vítimas também carregavam marmitas no momento da ocorrência.
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Um dos homens era dono de um bar na região da Ipuca e, naquele dia, havia ido ajudar o amigo em uma obra como servente de pedreiro para complementar a renda.
Em nota, a Polícia Militar lamentou as mortes e afirmou que está colaborando com as investigações do caso.
