Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Quem é a mulher presa suspeita de matar o filho de 9 meses envenenado

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de um bebê de nove meses na zona leste da capital, após a ingestão de veneno para ratos. Informações preliminares indicam que a principal suspeita é a mãe da vítima, a tatuadora e cozinheira Giovanna Chiquinelli Marcatto, de 26 anos, que teria dado a substância à criança.

A reportagem procurou a defesa de Giovanna por telefone e e-mail, mas não obteve retorno até a publicação do texto. O espaço segue aberto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O caso aconteceu em Sapopemba, na noite da última terça-feira, 26. Conforme o registro policial, Giovanna levou o filho para o Hospital Estadual da Vila Alpina após notar que ele não estava passando bem. A criança foi socorrida, mas morreu após dar entrada na unidade.

Ainda segundo o boletim, o médico legista constatou no exame necroscópico partículas de raticida nas vísceras do bebê, indicando que o veneno teria sido ingerido cerca de três horas antes do óbito. A informação foi repassada à polícia, que passou a investigar o caso.

A apuração apontou que Giovanna morava sozinha com o filho, e que ninguém foi contatado entre o possível horário do envenenamento e o momento em que o bebê foi levado ao hospital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em depoimento, a mãe afirmou que havia dado banana amassada ao filho por volta das 17h. A polícia trabalha com a hipótese de que o veneno tenha sido misturado à fruta, já que os horários da ingestão do raticida e da morte correspondem ao intervalo de três horas informado pelo médico legista.

Giovanna foi presa após prestar depoimento e teve a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça, em audiência de custódia realizada na última quarta-feira, 27. O Ministério Público também se manifestou favorável à prisão da tatuadora.

"Com efeito, os elementos justificativos reunidos nos autos denotam fundadas razões de autoria que recaem sobre a representada pela prática do crime sob investigação, as quais se consubstanciam em indícios preliminares para a decretação da prisão temporária", escreveu a juíza de plantão Luiza Arias Bagno na decisão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O caso está sendo investigado pelo 42.º Distrito Policial (Parque São Lucas). De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP-SP), foram requisitados exames periciais, diligências na creche frequentada pela criança, além de buscas nas residências de familiares e no imóvel onde a vítima morava.

"As diligências prosseguem para o total esclarecimento dos fatos", concluiu a pasta.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV