Presa em SC por fingir ser criança, mulher usou agulhas no próprio corpo para forjar abusos em Goiás
Antes de enganar o sistema de adoção catarinense, a suspeita foi detida no Centro-Oeste ao simular maus-tratos

A mulher descoberta em Santa Catarina após fingir ter 12 anos de idade para conseguir ser adotada por uma família possui um histórico criminal grave com o mesmo modus operandi. Antes de enganar o sistema catarinense, ela já havia sido presa no estado de Goiás por se passar por uma criança vítima de abusos. Na ocasião, a suspeita chegou ao extremo de inserir agulhas no próprio corpo para dar veracidade à sua história de maus-tratos e, com isso, conseguir doações financeiras de pessoas comovidas com a situação.
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O caso registrado em Goiás revelou uma rede de mentiras meticulosamente construída para extorquir a comunidade local. Ao apresentar perfurações e alegar ser uma menina em situação de extrema vulnerabilidade, ela mobilizou campanhas de arrecadação e auxílio assistencial. A farsa foi desmontada pelas autoridades de segurança e saúde do estado assim que exames mais detalhados e o cruzamento de informações revelaram sua verdadeira identidade e idade cronológica, resultando em sua prisão por estelionato e falsidade ideológica.
Apesar da detenção anterior, a mulher voltou a aplicar o golpe, desta vez no Sul do país. Em Santa Catarina, ela conseguiu burlar os trâmites iniciais e convencer pessoas de que era uma pré-adolescente apta para adoção. A reincidência só foi confirmada após novas suspeitas sobre seu comportamento e fisionomia, o que levou os investigadores a puxarem sua ficha criminal e descobrirem o episódio das agulhas em território goiano, consolidando o padrão de fraude envolvendo a simulação de identidade infantil.
