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CRIME BÁRBARO

Policial é assassinada e corpo é achado no porta-malas de carro

Após a localização do corpo, a Polícia Civil prendeu a esposa da vítima, os sogros dela e o cunhado; crime é investigado como feminicídio

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Policial é assassinada e corpo é achado no porta-malas de carro
Autor Ela foi morta por enforcamento e estava desaparecida desde a manhã do mesmo dia - Foto: Reprodução/Metrópoles

A policial civil Daniela Cunha Moreira, de 43 anos, lotada na 124ª Delegacia de Polícia de Saquarema (RJ), foi encontrada morta dentro do porta-malas de seu próprio carro na noite desta sexta-feira (24), em Iguaba Grande (RJ). Ela foi morta por enforcamento e estava desaparecida desde a manhã do mesmo dia, quando não compareceu ao plantão.

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Após a localização do corpo, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu a esposa da vítima, os sogros dela e o cunhado. O crime é investigado como feminicídio.

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Segundo a Polícia Civil, a ex-companheira de Daniela, Catiana Clarisse de Oliveira e Souza, de 38 anos, não aceitava o fim do relacionamento de 13 anos entre elas. Ela teria dopado Daniela e, com a ajuda do pai, Adilson de Oliveira e Souza, de 61 anos, a asfixiado dentro da residência onde o casal morava, em Saquarema. Em seguida, com a colaboração da mãe, Ana Teresa Rodrigues dos Santos, de 59 anos, e do irmão, Matheus de Oliveira e Souza, de 25 anos, o corpo foi transportado até Iguaba Grande, a cerca de 40 km de distância, em uma tentativa de ocultar o crime.

A investigação teve início após colegas de trabalho da 124ª DP estranharem o desaparecimento de Daniela. A policial estava escalada para o plantão, mas não compareceu, o que levou os agentes a iniciarem buscas e diligências. O corpo foi encontrado no banco traseiro do veículo, escondido na garagem de uma residência no bairro Cidade Nova, em Iguaba Grande.

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Catiana Clarisse, Adilson de Oliveira e Souza e Matheus de Oliveira e Souza foram autuados em flagrante por feminicídio, posse ilegal de arma de fogo, ocultação de cadáver e fraude processual. Ana Teresa Rodrigues dos Santos responde por ocultação de cadáver e fraude processual.

O caso é investigado pela 124ª DP (Saquarema), com apoio da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG). O corpo de Daniela foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) para exames complementares. A Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro lamentou a morte da agente e prestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho.

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