Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

PF age contra grupo que usou criptomoedas na movimentação de R$ 15 bi do tráfico e estelionato

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 7, a Operação Symbolic para apurar suspeitas de fraudes cambiais, evasão de divisas e lavagem de dinheiro, envolvendo criptomoedas, por um grupo de empresas de Santana do Livramento (RS) controlado por um brasileiro radicado em Montevidéu, no Uruguai, que movimentou cerca de R$ 15 bilhões entre 2019 e 2023.

As medidas da operação desta quarta-feira partiram da 22ª Vara da Justiça Federal em Porto Alegre e envolvem cinco mandados de busca e apreensão no Estado de São Paulo, tanto na capital quanto em Campinas, e também em Curitiba, capital paranaense. Além disso, por ordem judicial, a PF executou indisponibilidade de bens e de valores que podem alcançar o bloqueio até R$ 620 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O grupo de empresas controlado pelo brasileiro intermediava pagamentos de casas de apostas e plataformas de investimento do exterior, com processos de lavagem de dinheiro e envio informal de valores ao exterior, usando principalmente o mercado de criptomoedas e operações de dólar-cabo (estratégias para remessa ilegal de dinheiro para o exterior, principalmente por meio de "paraísos fiscais").

Segundo informações da PF, o objetivo da operação é focar pessoas que auxiliavam nas rotinas financeiras das operações, notadamente por meio de fraudes cambiais. O principal investigado trabalhava conjuntamente com investigados radicados no Brasil, na Argentina e na Espanha.

As suspeitas da polícia são de que as ferramentas de intermediação financeira informal poderiam servir para lavagem de dinheiro para atividades criminosas, como tráfico de drogas e estelionato eletrônico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação contou com o trabalho conjunto da Delegacia de Polícia Federal em Santana do Livramento e do Grupo de Investigação para Repressão à Lavagem de Dinheiro e Crimes Financeiros (LAFIN/RS). Trata-se de um desdobramento da Operação Harvest, de 2022.

Investigação mira corretora e banco de câmbio no esquema criminoso

A apuração da Polícia Federal indica que o grupo mantinha um fundo estrangeiro para fazer remotamente a compensação de pagamentos no exterior, além de uma exchange de criptoativos para enviar valores ao exterior sem controle do Banco Central.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A PF, no entanto, investiga uma corretora e um banco de câmbio, suspeitos de documentar as remessas de valores, de modo a dissimular uma aparente regularidade para as operações criminosas.

Também estão na mira da PF empresas que não são ligadas diretamente ao grupo criminoso, mas que, segundo a investigação, movimentavam parte dos recursos para burlar sistemas de controle e disfarçar as movimentações.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV