Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Observatório registra chuva de meteoros no Brasil

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Haverá duas chuvas de meteoros visíveis em abril deste ano: a Pi Pupídeos e a Eta Aquáridas, uma das maiores do ano. A chuva chamada de Pi Pupídeos atinge seu pico em 15 de abril de cada ano. Mas os meteoros podem ser vistos entre 7 e 28 de abril. Já a Eta Aquáridas virá entre 15 de abril e 28 de maio, mas o momento de maior intensidade costuma ser 5 de maio.

Na imagem divulgada pelo Observatório Espacial Heller & Jung, foi feita uma sobreposição de 146 meteoros registrados entre 29 de março e 11 de abril, tanto da chuva Pi Pupídeos quanto da Eta Aquáridas. Há também meteoros de cometas e asteroides não identificados. As datas dos registros representaram um aumento da queda de fragmentos pela proximidade das chuvas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O professor Carlos Jung, do Observatório Espacial Heller & Jung, explica que, ao passar pelo Sistema Solar, os corpos celestes podem deixar fragmentos (meteoros), que passam a orbitar em volta do Sol.

Além dos restos de cometas e asteroides, existem fragmentos oriundos da formação do Sistema Solar ou mesmo de outras galáxias.

A Terra também tem seu próprio caminho em torno do astro e, quando cruza com os meteoros, sua gravidade os atrai. "O nome chuva de meteoros é justamente o período em que mais fragmentos de determinado tipo e com características semelhantes entram em nossa atmosfera", explica Jung.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Assim, existem várias chuvas de meteoros durante o ano, porque vários corpos celestes deixaram fragmentos ao passar", conclui.

A chuva Pi Pupídeos se origina dos destroços deixados pelo cometa 26P/Grigg-Skjellerup em sua órbita ao redor do Sol. Apesar dessa chuva não produzir muitos meteoros, ela se destaca pelo brilho deles. Durante o pico do fenômeno, são esperados 40 meteoros por hora.

Já a Eta Aquáridas resulta dos detritos deixados para trás pelo cometa 1P/Halley. Ainda mais brilhante do que a Pi Pupideas, a Eta Aquaridas é uma das maiores chuvas de meteoro do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 5 de maio, a previsão é de que haja 50 meteoros por hora, cada um com uma velocidade média de 66 km/s. A iluminação da Lua não irá atrapalhar a visualização da chuva.

Nas chuvas de meteoro, existe um ponto de origem aparente por onde ingressam mais meteoros, que depois se espalham por todo o céu. No caso da Pi Puídeos, o ponto de origem aparente é a constelação da Popa e, no da Eta Aquáridas, a constelação de Aquário.

Jung conta que, se forem intensas o suficiente no Hemisfério Sul, as chuvas serão visíveis de qualquer parte do Brasil. No Hemisfério Norte, o fenômeno tem menor visibilidade, sem tantas quedas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para contemplar o fenômeno, não é preciso utilizar equipamentos. Mas o professor ressalta que o observador precisa ter paciência e procurar um local com a menor poluição luminosa possível.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV