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O que funcionários disseram à polícia sobre morte de jovem após salto sem corda em Limeira

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Três funcionários da empresa responsável pelo salto que matou a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, no sábado, 13, em Limeira, no interior de São Paulo, foram presos e prestaram depoimento à Polícia Civil do Estado. A mulher, que praticava o esporte radical conhecido como rope jumping, foi jogada da Ponte do Esqueleto sem corda de proteção.

Nos depoimentos, que foram divulgados pelo programa Fantástico, da TV Globo, os funcionários afirmaram não se lembrar de quem era a responsabilidade pela instalação e checagem da corda de segurança antes do salto. A empresa cobrava R$ 180 por salto.

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"Às vezes a gente, tipo assim, não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso", disse Luís Felipe Feliciano Egoroff. Segundo ele, não havia uma divisão fixa de funções durante os saltos e a conferência dos equipamentos era realizada de maneira compartilhada.

Outro funcionário preso, Maicon Fernandes Cintra, assim como Egoroff, afirmou que não se recordava de ter feito a conferência do equipamento da jovem. Ele disse que participava do processo de checagem antes dos saltos.

Também ao Fantástico, o advogado dos três presos, Rafael Gomes dos Santos, relatou que os instrutores estariam em estado de choque e não conseguiam explicar o que aconteceu. "Eles estão em estado de choque, não conseguem explicar o ocorrido, porque já estão há anos fazendo isso. Nunca teve nenhum evento semelhante", afirmou.

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O caso está sendo investigado pela polícia como homicídio com dolo eventual - quando se assume o risco de causar a morte, mesmo sem a intenção. Os funcionários que estão presos são os que ergueram e lançaram a jovem da ponte. A polícia também investiga o sumiço de uma câmera que estaria com a jovem no momento do salto.

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