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Mulher que 'adotou' mulher de 37 anos que fingiu ter 12 chegou a tatuar nome usado pela suspeita

Ela revelou que chegou a tatuar no pulso o nome falso utilizado pela suspeita

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Mulher que 'adotou' mulher de 37 anos que fingiu ter 12 chegou a tatuar nome usado pela suspeita
Autor Foto: Reprodução

A história de Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, acusada de se passar por uma adolescente em diferentes estados do país, ganhou novos desdobramentos após o relato de uma vítima do Paraná. A mulher revelou que chegou a tatuar no pulso o nome falso utilizado pela suspeita durante o período em que acreditava estar ajudando uma menina gravemente doente.

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Segundo o depoimento concedido ao g1, Amanda se apresentava como "Emily", afirmava ter 13 anos e dizia enfrentar uma doença terminal. O contato entre elas ocorreu em 2021, por meio de um grupo virtual de oração criado durante a pandemia de Covid-19.

De acordo com a vítima, a suposta adolescente relatava uma rotina marcada por sofrimento e afirmava desejar a própria morte para não continuar sendo um peso para a mãe, que passaria grande parte do tempo em hospitais. A narrativa sensibilizou os integrantes do grupo religioso, que passaram a oferecer apoio emocional.

Com o passar do tempo, Amanda teria fortalecido os laços com a paranaense, pedindo que ela se tornasse sua madrinha de batismo. Posteriormente, após alegar a morte da própria mãe, a suspeita passou a chamar a mulher de "mãe", aprofundando ainda mais a relação de confiança.

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O caso começou a despertar desconfiança quando Amanda passou a solicitar dinheiro aos integrantes do grupo. Diante das inconsistências, os participantes iniciaram uma série de verificações junto aos hospitais mencionados pela suposta adolescente, mas não encontraram qualquer registro que confirmasse a história.

As suspeitas aumentaram durante uma chamada de vídeo em que uma pessoa pediu para conversar com uma suposta tia da garota. Segundo os relatos, ao aparecer na tela, a mulher foi reconhecida como sendo a própria Amanda, o que reforçou a suspeita de fraude.

Após a descoberta, o grupo registrou um boletim de ocorrência em 2022. Um inquérito policial chegou a ser instaurado, mas, na época, as autoridades não conseguiram localizar a responsável.

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A vítima afirmou que, após descobrir o golpe, removeu a tatuagem feita em homenagem à falsa adolescente. O caso voltou a repercutir após Amanda ser presa em Santa Catarina, suspeita de aplicar golpes semelhantes ao se passar por uma menina e conquistar a confiança de famílias e comunidades religiosas.

Informações: NSC Total

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