Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

MPF denuncia Buzeira, 'Rei das Bets' e 'contador do PCC' por lavagem do tráfico com veleiro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o influenciador Bruno Alexssander Souza Silva, o "Buzeira", Rodrigo de Paula Morgado, apontado pela Polícia Federal como o "contador do PCC", Nickolas Tadeu Ribeiro de Campos, o "Rei das Bets", e outros dois investigados pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e falsidade ideológica.

Eles são investigados na Operação Narco Bet, da PF, que apura um amplo esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio associado ao tráfico internacional de drogas realizado por meio de veleiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O Estadão pediu manifestação das defesas sobre a acusação. O espaço está aberto para manifestação.

Segundo a denúncia, entre 2023 e 2025 os cinco acusados integraram uma estrutura "organizada, estável e funcionalmente dividida", com atuação no Brasil e no exterior, voltada à prática de lavagem de dinheiro. De acordo com a Procuradoria, uma ala do grupo também participou de operações ligadas à evasão de divisas, utilizando empresas, "laranjas", operações societárias, criptoativos, transferências internacionais e estruturas empresariais vinculadas ao setor ilegal de apostas.

A Operação Narco Bet é um desdobramento da Operação Narco Vela, uma ofensiva da PF focada em desmantelar um esquema de tráfico internacional de drogas via rotas marítimas. Enquanto a investigação principal mirou a logística dos entorpecentes, as fases de Narco Bet focaram na sofisticação da lavagem de dinheiro e ocultação de bens milionários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O MPF cita, entre as empresas e marcas utilizadas pelo grupo, a BRX Gaming S/A (ou Brabos Gaming), a RR Participações e Intermediações de Negócios S/A, a Ana Gaming Brasil S.A. e a Cactus Tecnologia Ltda., além das plataformas de apostas BRXBet, RicoBet e 7K.

Segundo a denúncia, essas estruturas funcionavam como "mecanismos de dissociação entre a titularidade formal e o controle econômico real", permitindo a "ocultação de beneficiários finais", a circulação de valores por diferentes canais e a tentativa de inserção de recursos no sistema econômico formal.

A reportagem busca contato com as empresas citadas pelo MPF. O espaço está aberto para manifestação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a Procuradoria, o setor de apostas de quota fixa foi utilizado como ambiente de "absorção, circulação e integração de valores", com o uso de estruturas societárias, plataformas tecnológicas, marcas comerciais e relações contratuais para conferir "aparência formal" a operações que, na realidade, ocultariam "o real beneficiário econômico, a origem dos recursos e a função concretamente exercida por determinados agentes na estrutura".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV